News Portal about the
‍
Electrical Sector

See here for the information and tidings latest about the electricity sector. The content is curated by our specialists, considering the importance of the topic for the market.

A Lacuna Regulatória dos BESS Embarcados: Entre a Inovação Tecnológica e a Fragmentação Normativa

21/7/2026

1 Cesar Sobral

2 Mauricio Moszkowicz

3 Henrique Reis

4 João Vieira

A transição energética global tem acelerado o desenvolvimento de soluções de armazenamento de energia capazes de ampliar a flexibilidade, a resiliência e a eficiência dos sistemas elétricos. Nesse contexto, os sistemas de armazenamento por baterias (Battery Energy Storage Systems – BESS) embarcados, flutuantes, móveis ou transportáveis surgem como uma das fronteiras tecnológicas mais relevantes da atualidade. Seja em embarcações, barcaças, plataformas flutuantes, unidades containerizadas ou sistemas móveis terrestres, essas soluções vêm assumindo um papel estratégico na eletrificação portuária, integração de fontes renováveis, prestação de serviços ancilares e expansão da infraestrutura energética em áreas remotas ou críticas.

Portanto, a viabilidade dos BESS embarcados parece residir menos em rupturas legislativas e mais em uma abordagem funcional e incremental. Trata-se de privilegiar a coordenação normativa e o uso de mecanismos flexíveis, como já observado na experiência internacional, permitindo que a inovação seja integrada de forma experimental e orgânica à arquitetura energética atual.

Paradoxalmente, o avanço tecnológico dessas aplicações não foi acompanhado, na mesma velocidade, pela evolução regulatória. O cenário internacional revela uma evidente lacuna normativa, uma vez que não se identifica, atualmente, um regime jurídico específico e abrangente destinado aos BESS embarcados ou móveis. Isso não impede que sua viabilização decorra da articulação entre diferentes regimes regulatórios já existentes, os quais, ainda que tenham sido concebidos para finalidades distintas ou não tenham considerado expressamente os atributos e as características de BESS embarcados ou móveis, podem ser adaptados para incorporar essas soluções.

Tal fragmentação normativa é, ao mesmo tempo, um sinal da maturidade ainda incipiente do setor e uma demonstração da capacidade adaptativa dos ordenamentos jurídicos contemporâneos. O BESS embarcado pode ser tratado, simultaneamente, como instalação elétrica, infraestrutura portuária, equipamento marítimo, carga perigosa, ativo de armazenamento energético ou recurso de flexibilidade do sistema elétrico. Seu enquadramento jurídico varia conforme a função exercida, o local de operação e a forma de conexão com outros sistemas, de modo que seja necessariamente híbrido, fragmentado ou experimental.

No ambiente marítimo, por exemplo, a disciplina regulatória decorre principalmente da aplicação indireta de instrumentos desenvolvidos no âmbito da International Maritime Organization, como a Convenção SOLAS e os códigos internacionais de transporte de cargas perigosas. Embora tais instrumentos não tenham sido concebidos especificamente para sistemas de armazenamento em larga escala, acabam funcionando como uma referência obrigatória para questões relacionadas à segurança operacional, prevenção de incêndios e integridade das embarcações.

Ao mesmo tempo, a ausência de normas internacionais específicas levou os padrões técnicos a assumirem um protagonismo regulatório. Standards desenvolvidos por organizações como a International Electrotechnical Commission, o Institute of Electrical and Electronics Engineers e a International Organization for Standardization passaram a exercer uma função quase normativa, especialmente em temas relacionados à segurança de baterias de íon-lítio, interoperabilidade, sistemas elétricos embarcados e conexão navio-terra (shore-side electricity).

Essa realidade evidencia um fenômeno cada vez mais presente na transição energética: a substituição parcial da regulação clássica por mecanismos de governança técnica. Em muitos casos, não é a existência de uma lei específica que assegura a viabilidade do projeto, mas sim a demonstração de conformidade com padrões técnicos reconhecidos internacionalmente. Assim, o centro da segurança jurídica desloca-se da norma estatal formal para a capacidade de integração entre certificações técnicas, exigências operacionais e licenciamento multissetorial.

No entanto, essa solução pragmática possui limitações relevantes. A dependência excessiva de standards técnicos e instrumentos de soft law pode gerar insegurança jurídica, especialmente em projetos inovadores que envolvam múltiplas funções simultâneas. Situações como ship-to-ship charging, vessel-to-grid, armazenamento móvel conectado temporariamente à rede ou plataformas híbridas flutuantes ainda operam em zonas regulatórias cinzentas, nas quais as competências institucionais se sobrepõem sem critérios claros de coordenação.

Destaca-se que a experiência internacional demonstra que os países mais avançados no uso de BESS embarcados não necessariamente criaram marcos regulatórios específicos, mas desenvolveram mecanismos administrativos flexíveis capazes de acomodar a inovação. Projetos implementados no Reino Unido, nos Países Baixos e em diferentes iniciativas europeias mostram que a ausência de norma específica não impede a implantação tecnológica, desde que haja uma capacidade institucional de interpretação funcional dos regimes existentes.

Entretanto, essa lógica possui um limite. À medida que os sistemas de armazenamento deixam de ser soluções experimentais e passam a desempenhar funções estruturais no setor elétrico, torna-se inevitável enfrentar questões regulatórias mais complexas, especialmente relacionadas à remuneração de serviços ancilares, à definição da natureza jurídica e do regime de outorga do armazenamento, à incidência tarifária, aos critérios de conexão e acesso à rede e à responsabilidade operacional.

No Brasil, essa discussão assume uma importância estratégica. O país possui condições particularmente favoráveis para o desenvolvimento de aplicações móveis e embarcadas de armazenamento, seja em razão de sua extensa infraestrutura hidroviária e portuária, seja pela necessidade de atendimento energético em regiões isoladas, sistemas críticos e operações logísticas descentralizadas. Apesar disso, de modo análogo ao que se verifica no cenário internacional, o ordenamento brasileiro ainda não dispõe de disciplina específica para a viabilização da implantação de BESS embarcados ou móveis com a devida segurança jurídica e regulatória.

Contudo, em 2026, essa discussão ganhou um novo patamar regulatório no País. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, em 2 de junho de 2026, o primeiro marco regulatório aplicável aos sistemas de armazenamento de energia, concluindo o primeiro ciclo de normatização no âmbito da Consulta Pública nº 39/2023 e estabelecendo requisitos e procedimentos para a outorga de autorização dos Sistemas de Armazenamento de Energia (SAEs).

O avanço é institucionalmente relevante, pois deixa de tratar o armazenamento apenas como um tema prospectivo e passa a inseri-lo, de forma estruturada, na arquitetura regulatória do Setor Elétrico Brasileiro (SEB). Ao mesmo tempo, a solução aprovada confirma que as dificuldades classificatórias persistem, já que a disciplina do armazenamento continua a exigir diferenciações conforme a forma de operação do ativo, seu grau de coordenação com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e sua posição funcional entre consumo, injeção e prestação de serviços ao sistema.

Além da criação de um regime de outorga próprio, a deliberação da ANEEL enfrentou um dos pontos mais sensíveis para a inserção econômica do armazenamento: a tarifação pelo uso da rede. O desenho aprovado adotou uma solução intermediária, distinguindo, de um lado, os sistemas autônomos submetidos ao despacho integral do ONS — para os quais a incidência tarifária tende a recair apenas sobre a injeção — e, de outro, os sistemas com operação livre, que permanecem sujeitos a um tratamento mais oneroso, com a contratação de demanda de injeção e consumo e tarifação nos dois sentidos.

Além da criação de um regime de outorga próprio, a deliberação da ANEEL enfrentou um dos pontos mais sensíveis para a inserção econômica do armazenamento: a tarifação pelo uso da rede. O desenho aprovado adotou uma solução intermediária, distinguindo, de um lado, os sistemas autônomos submetidos ao despacho integral do ONS — para os quais a incidência tarifária tende a recair apenas sobre a injeção — e, de outro, os sistemas com operação livre, que permanecem sujeitos a um tratamento mais oneroso, com a contratação de demanda de injeção e consumo e tarifação nos dois sentidos.

O marco, portanto, reduz parte da insegurança jurídica e econômica da tecnologia, mas não elimina a complexidade regulatória. Em especial, permanecem abertas questões decisivas para ativos móveis ou embarcados, cuja mobilidade, conexão temporária, multifuncionalidade e eventual inserção em ambientes portuários ou aquaviários desafiam a lógica regulatória, ainda fortemente ancorada em ativos fixos, ponto de conexão estável e alocação funcional rígida.

Esse movimento regulatório foi imediatamente complementado, no plano de política pública setorial, pela publicação da Portaria Normativa MME nº 136/2026, que estabeleceu as diretrizes e a sistemática dos primeiros Leilões de Reserva de Capacidade na forma de Potência, destinados a novos SAEs em baterias. A Portaria institucionalizou dois certames distintos, ambos previstos para dezembro de 2026: o LRCAP de 2026 – Armazenamento Nacional, voltado a sistemas que atendam aos requisitos mínimos de nacionalização nos termos do Sistema-CFI do BNDES, e o LRCAP de 2026 – Armazenamento, de caráter geral e aberto aos demais projetos. O desenho adotado é relevante não apenas por inaugurar a contratação competitiva de potência a partir de baterias no Brasil, mas também por sinalizar uma opção de política pública, quais seja, a incorporação do armazenamento à expansão do sistema, com ênfase simultânea em segurança operativa, flexibilidade e desenvolvimento da cadeia produtiva nacional.

Em complemento, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou, em junho de 2026, as instruções para o cadastramento e a habilitação técnica de SAEs, passando a reconhecer expressamente a possibilidade de sua implantação em Porto Organizado e em Terminal de Uso Privado (TUP), com exigências documentais específicas para comprovação do direito de uso ou disposição da área. Trata-se de um avanço importante, pois sinaliza, no plano procedimental, que a administração setorial passou a admitir a viabilidade de BESS implantados em contextos portuários e, até mesmo, em estruturas associadas a instalações sobre a água, ainda que isso não equivalha, por si só, à construção de um regime regulatório completo para ativos embarcados ou móveis.

Nota-se que a própria Portaria de diretrizes do LRCAP evidencia os limites do avanço normativo quando confrontado com aplicações não convencionais. Embora a disciplina do LRCAP represente um marco decisivo para a contratação de BESS em larga escala, seu desenho foi pensado sobretudo para sistemas estacionários, novos, com parâmetros técnicos definidos, conexão estruturada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e prestação de disponibilidade de potência em moldes padronizados. As regras do certame introduzem, sob razoáveis fundamentos, uma bonificação de localização, via desconto percentual no preço de lance, para projetos que indiquem conexão em pontos do SIN listados previamente em anexo da própria Portaria, sendo vedada a sua alteração após o Leilão para pontos que possam alterar a elegibilidade à referida bonificação.

Em outras palavras, houve um avanço regulatório importante para o armazenamento como infraestrutura setorial, mas não necessariamente para todas as suas manifestações tecnológicas. Soluções móveis, embarcadas, flutuantes, temporárias ou logisticamente integradas a instalações portuárias continuam demandando enquadramentos complementares, inclusive quanto à natureza do ativo, ao regime de conexão, ao uso da rede, à interface com a regulação portuária e à compatibilização com exigências de segurança e licenciamento.

Nesse contexto, a principal lição da experiência internacional talvez seja precisamente a necessidade de evitar soluções regulatórias excessivamente rígidas ou prematuras, considerando que o desenvolvimento tecnológico dos BESS ocorre em velocidade superior à capacidade tradicional de produção normativa. Assim, a criação de categorias jurídicas estanques antes da consolidação tecnológica pode gerar efeitos contraproducentes, reduzindo flexibilidade e limitando modelos inovadores de negócio.

O desafio regulatório, portanto, já não consiste em um cenário de absoluta ausência normativa, mas em saber se os avanços recentes serão suficientes para acomodar, de forma coerente, as soluções que escapam ao paradigma do armazenamento estacionário convencional. A ANEEL aprovou um primeiro marco regulatório para o armazenamento, o MME estruturou os primeiros leilões específicos para contratação de potência a partir de baterias e a EPE passou a contemplar, em suas instruções de habilitação técnica, hipóteses de implantação em Porto Organizado e em TUP, movimentos que demonstram inequívoca evolução institucional.

Ainda assim, ativos móveis e embarcados continuam a desafiar pressupostos básicos do SEB, como ponto de conexão fixo, CUST/MUST permanentes, territorialidade da outorga e clara separação entre infraestrutura elétrica, instalação portuária e ativo logístico. O futuro dessas tecnologias dependerá menos da existência de uma norma nominalmente dedicada aos “BESS embarcados” e mais da capacidade do Estado de articular, de forma funcional, a regulação elétrica, portuária, ambiental e marítima, adaptando instrumentos já existentes para uma realidade marcada por mobilidade, temporariedade e integração multissetorial.

A lacuna regulatória existente não representa apenas uma deficiência normativa, sendo, em certa medida, o reflexo da própria transformação estrutural do setor energético contemporâneo. Os BESS embarcados revelam que as fronteiras tradicionais entre geração, consumo, transporte, logística e infraestrutura vêm se tornando progressivamente difusas. O ordenamento jurídico ainda opera com categorias herdadas de um sistema energético do Século XX, enquanto a inovação tecnológica já constrói, na prática, a arquitetura energética do Século XXI. Deste modo, o sucesso regulatório brasileiro dependerá da capacidade de reconhecer essa transformação sem sufocar a inovação.

Os avanços recentes mostram que o país superou a fase de completa lacuna normativa e regulatória. Já existe um marco legal e um primeiro marco regulatório do armazenamento aprovado pela ANEEL, complementado por diretrizes ministeriais para contratação de baterias em mecanismo centralizada, com sinais procedimentais explícitos de abertura da EPE para projetos em contextos portuários e aquaviários.

Porém, esses marcos, embora relevantes, ainda não resolvem integralmente as especificidades dos BESS embarcados, móveis ou multifuncionais. Mais do que estabelecer novas proibições ou categorias excessivamente fechadas, será necessário desenvolver uma regulação flexível, tecnologicamente neutra e funcionalmente orientada, capaz de garantir segurança operacional e jurídica sem impedir a evolução de soluções que podem desempenhar um papel decisivo na transição energética nacional.

O risco apontado aqui, portanto, não está na ausência de norma específica, mas na falta de coordenação institucional mínima e de instrumentos que permitam o aprendizado regulatório, já que uma regulação excessivamente rígida ou prematura pode ser tão problemática quanto a carência de diretrizes.

Este artigo foi elaborado no âmbito de Projeto de PD&I nº 16277-2601/2026, do Programa da Aneel com apoio da Karpowership Brasil Energia.

Fonte: CanalEnergia by Informa | GESEL – Grupo de Estudos do Setor Elétrico

PARA LER COM CALMA

7/2/2026

Para quem está na correria e não conseguiu acompanhar os assuntos dessa semana, aqui vai um resumo:

Política e Governança

- MME: Nomeação de Gustavo Ataide como Secretário-Executivo, substituindo Artur Valério.  https://bit.ly/4koBtCC

- Aneel: TCU identificou 6 riscos estruturais na agência, como restrições orçamentárias e defasagem de pessoal.  https://bit.ly/4tsPDqz

- Alexandre Silveira (MME): Afirmou lealdade ao presidente Lula e disposição para cumprir missões eleitorais em MG.  https://bit.ly/4kiSPAV

- Câmara dos Deputados: Joaquim Passarinho (PL-PA) assumiu a presidência da Comissão de Minas e Energia, prometendo diálogo com governo e setor privado.  https://bit.ly/4awAiNY

- Aneel liberou R$118,6 milhões para reduzir tarifas da CEA.  https://bit.ly/3LVZHYd

Operação e Infraestrutura

- Reservatórios: Sudeste/Centro-Oeste devem fechar fevereiro com 58,4% de armazenamento; Nordeste lidera com 69,2%.  https://bit.ly/4rweDvk

- Data Centers: 43 solicitações de acesso à rede aprovadas pelo ONS, com destaque para projetos de datacenters (7.040 MW).  https://bit.ly/3ZgDFm4

Tecnologia e Parcerias

- Armazenamento de Energia:

> WEG construirá fábrica de BESS (Battery Energy Storage Systems).  https://bit.ly/3M7s59S

> Mosna destacou urgência na regulamentação do armazenamento no Brasil.  ttps://bit.ly/4qgVA6T

- Certificados de Energia Renovável: CCEE e Itaipu lançam mecanismo para venda de I-RECs, fortalecendo mercado de atributos ambientais.  https://bit.ly/4qs04YM

- Hidrogênio Verde: Parceria entre Axia e GIZ para produção de aço a partir de H2V.  https://bit.ly/3Zlfp24

Fonte: CanalEnergia

Gostou deste conteúdo?

Resumo das Notícias de Hoje

6/2/2026

Dia 06 de fevereiro de 2026, sexta-feira

- SECRETARIA-EXECUTIVA DO MME (política)

Foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira, 5 de fevereiro, o decreto nomeando Gustavo Ataide como Secretário – Executivo do Ministério de Minas e Energia. Ele entra no lugar de Artur Valério, que deixou o cargo no começo da semana. Ataíde ocupava desde junho de 2025 a Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento do MME, no lugar de Thiago Barral.

> Leia mais em “Governo nomeia Gustavo Ataide para secretaria-executiva do MME”: https://bit.ly/4koBtCC

- ATUAÇÃO DA ANEEL (política)

Levantamento realizado pelo Tribunal da Contas da União nos processos finalísticos da Aneel aponta seis riscos relacionados à capacidade da agência reguladora de atingir seus objetivos. Esses riscos são atribuídos a fragilidades estruturais, como restrições orçamentárias crônicas, defasagem do quadro de pessoal e limitações em investimentos tecnológicos.

> Saiba mais em “Fragilidades estruturais afetam capacidade de atuação da Aneel, conclui TCU”: https://bit.ly/4tsPDqz

- SILVEIRA E LULA (política)

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta quinta-feira (05/02), em Ipatinga (MG), que pretende cumprir a missão que for dada a ele pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nas eleições desse ano em Minas Gerais. “Eu já deixei público que eu serei um militante e um defensor da continuidade do governo do presidente Lula. Portanto, eu esperarei a missão que ele me der. E essa missão eu vou cumprir, porque lealdade e gratidão não se transigem,” disse, ao ser questionado sobre seu futuro político

> Continue a leitura “Silveira diz que vai cumprir a missão que for dada a ele pelo presidente Lula”: https://bit.ly/4kiSPAV

- EVENTOS  (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://workshoppsr.ctee.com.br/pt/home.html

AGENDA SETORIAL

19 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://www.agendasetorial.com.br/pt/home.html

Aproveite o DESCONTO EXCLUSIVO para assinantes!

WhatsApp Silmara - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511989155084

WhatsApp Bruno - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511932738511

MEETUP | O futuro da matriz elétrica para além de 2030

Data: 11 de fevereiro

Local: Online via Teams

Horário: 10h

Inscrições: https://bit.ly/meetup-ce-fev26”

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Leilões e custos regulatórios ameaçam futuro da energia eólica no Brasil, aponta diretor da Casa dos Ventos: https://bit.ly/3ZlL2Zi

Fernando Elias alertou que o modelo atual de regulamentação transfere os custos da expansão para os geradores de energia renovável, inviabilizando economicamente a implementação.

Mosna reforça a urgência de regulamentação do armazenamento no Brasil: https://bit.ly/4qgVA6T

Diretor da Aneel reconheceu que o Brasil está atrasado nesse debate, mas ressaltou que a abordagem regulatória deve ser cuidadosa e adaptada às peculiaridades do mercado nacional.

Axia e GIZ lançam parceria para produção de aço a partir de H2V: https://bit.ly/3Zlfp24

Projeto do governo alemão visa desenvolver modelo de produção sustentável. Planta de hidrogênio verde com até 10 MW suprirá siderúrgica.”

Fonte: CanalEnergia

Gostou deste conteúdo?

Resumo das Notícias de Hoje

5/2/2026

Dia 05 de fevereiro de 2026, quinta-feira

- PRESIDENTE DA COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA DA CÂMARA  (política)

O deputado Joaquim Passarinho (PL-PA) defendeu o diálogo com o governo e o setor privado, após ser eleito para a presidência da Comissão de Minas e Energia da Câmara nesta terça-feira, 3 de fevereiro. O parlamentar anunciou que vai convidar o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, para que ele compareça o mais rápido possível à CME.

> Saiba mais em “Passarinho defende diálogo ao assumir CME e anuncia convite a Silveira”: https://bit.ly/4awAiNY

- OPERAÇÃO DO SISTEMA  (operação)

Os principais desafios enfrentados pelo setor elétrico no curto prazo incluem a operação do sistema durante o período úmido, que exige atenção especial devido aos baixos níveis de armazenamento nos reservatórios. Segundo a gerente executiva de relacionamento com agentes e assuntos regulatórios do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Tatiane Pestana, atualmente, esses níveis estão em 49%. O índice está abaixo dos 63% registrados em janeiro de 2005.

> Continue a leitura em “ONS monitora operação do sistema diante de chuvas e desafios no Carnaval”: https://bit.ly/3Zj7DWw

- CRESCIMENTO DE DATA CENTERS NO BRASIL  (expansão)

O Brasil se destaca no cenário global por sua matriz elétrica altamente renovável, com cerca de 90% da eletricidade proveniente de fontes limpas, enquanto a média mundial é de apenas 30%. Essa posição privilegiada, no entanto, traz consigo desafios significativos, especialmente diante do crescimento acelerado dos data centers, que demandam cada vez mais energia. O diretor de estudos econômico-energéticos e ambientais da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Ivanoski Teixeira, destacou que o aumento da demanda por data centers é um fenômeno global, impulsionado pelo avanço da inteligência artificial, computação em nuvem e tecnologias de hyperscale.

> Leia mais em “Crescimento de data centers no Brasil redefine planejamento energético”: https://bit.ly/3ZnrjZg

- EVENTOS  (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://workshoppsr.ctee.com.br/pt/home.html

AGENDA SETORIAL

19 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://www.agendasetorial.com.br/pt/home.html

Aproveite o DESCONTO EXCLUSIVO para assinantes!

WhatsApp Silmara - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511989155084

WhatsApp Bruno - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511932738511

MEETUP | O futuro da matriz elétrica para além de 2030

Data: 11 de fevereiro

Local: Online via Teams

Horário: 10h

Inscrições: https://bit.ly/meetup-ce-fev26”

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Com foco na comunicação, Equatorial dá largada em sandbox: https://bit.ly/4qn6eJj

‘Minha Energia’ traz tarifa que varia conforme o horário de consumo. Consumidores terão medidores inteligentes para acompanhar consumo.

Aneel autoriza liberação de R$118,6 mi para reduzir tarifa da CEA: https://bit.ly/3LVZHYd

Repasse será feito com recursos do leilão de GSF e terá impacto de -10,32% no componente financeiro do reajuste da empresa de 2025.

WEG construirá fábrica para produzir BESS: https://bit.ly/3M7s59S

Projeto contou com financiamento de R$ 280 milhões do programa BNDES Mais Inovação.”

Fonte: CanalEnergia

Gostou deste conteúdo?

Resumo das Notícias de Hoje

4/2/2026

Dia 04 de fevereiro de 2026, quarta-feira

- SOLICITAÇÕES DE ACESSO À REDE (expansão)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico informou que, 39 dos 94 processos que tramitavam no Ministério de Minas e Energia foram formalizados ao ONS para solicitações de acesso à Rede Básica, acompanhadas de Garantia Financeira para Solicitação de Acesso válida. De acordo com o ONS, o conjunto de empreendimentos resultou em 43 solicitações de acesso no SGAcesso, em razão da subdivisão de três protocolos originalmente apresentados ao MME em sete solicitações de acesso. Desse total, a maioria são projetos de datacenters, que concentram cerca de 7.040 MW.

> Saiba mais na notícia “ONS aceita 43 solicitações de acesso à rede e Data Centers dominam aprovações”: https://bit.ly/3ZgDFm4

- CCEE E ITAIPU LANÇAM VENDA DE I-RECS (expansão)

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a Itaipu Binacional anunciaram nesta terça-feira, 03 de fevereiro, a primeira chamada pública para a realização de um mecanismo concorrencial de venda de Certificados Internacionais de Energia Renovável (I-RECs) da usina hidrelétrica. A iniciativa representa um avanço na consolidação do mercado de atributos ambientais no Brasil. Reforça também a integração do país às práticas internacionais de certificação de energia limpa.

> Leia mais em “CCEE e Itaipu lançam mecanismo para venda de certificados de energia renovável”: https://bit.ly/4qs04YM

- EVENTOS  (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://workshoppsr.ctee.com.br/pt/home.html

- AGENDA SETORIAL

19 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://www.agendasetorial.com.br/pt/home.html

Aproveite o DESCONTO EXCLUSIVO para assinantes!

WhatsApp Silmara - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511989155084

WhatsApp Bruno - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511932738511

- MEETUP | O futuro da matriz elétrica para além de 2030

Data: 11 de fevereiro

Local: Online via Teams

Horário: 10h

Inscrições: https://bit.ly/meetup-ce-fev26

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Aneel autoriza sandbox tarifário da Equatorial AL sobre recursos energéticos distribuídos: https://bit.ly/3MnOpMo

A proposta envolve a experimentação em campo de estruturas tarifárias inteligentes, que permitam o uso simultâneo de GD fotovoltaica, armazenamento e veículos elétricos na rede de baixa tensão.

COP 30: organizações alertam que mapa do caminho pode virar ‘documento empoeirado’: https://bit.ly/4ac5elv

Carta aberta assinada por 114 organizações da sociedade civil pede mapa transparente, cocriado e inclusivo.

Luz para Todos prevê R$ 2,5 bi em novos investimentos em 2026: https://bit.ly/3ZkhM5d

Programa pretende ampliar contratos, acelerar ligações e reforçar o foco em regiões remotas e na Amazônia Legal.

Mercado fio faturado da Copel estabiliza no quarto tri e sobe 1% em 2025: https://bit.ly/4kkXlPh

Aumento dos consumos residencial e comercial sustentaram resultado de mercado.”

Fonte: CanalEnergia

Gostou deste conteúdo?

Resumo das Notícias de Hoje

3/2/2026

Dia 03 de fevereiro de 2026, terça-feira

- CUSTO DE TRANSPORTE DE GÁS  (geração)

A Diretoria da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis aprovou na última sexta-feira, 30 de janeiro, uma série de medidas para reduzir o custo de transporte de gás natural das usinas termelétricas conectadas à malha de transporte de gás. O objetivo é ampliar sua competitividade no Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência de 2026, do Ministério de Minas e Energia. O Ministério também fez alterações nas regras do leilão na última semana.

> Saiba mais na notícia “LRCAP: ANP aprova medidas para redução do custo de transporte de gás”: https://bit.ly/4qV8gl4

- ARTHUR VALÉRIO DEIXA MME  (política)

O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Arthur Valério, pediu exoneração e deixa o cargo esta semana, segundo o MME. A saída acontece oito meses após Valério manifestar o desejo de sair do ministério para trabalhar no setor privado.

> Leia mais em “Arthur Valério deixa Secretaria-Executiva do MME”: https://bit.ly/4qVRG4H

- EVENTOS  (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://workshoppsr.ctee.com.br/pt/home.html

AGENDA SETORIAL

19 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://www.agendasetorial.com.br/pt/home.html

Aproveite o DESCONTO EXCLUSIVO para assinantes!

WhatsApp Silmara - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511989155084

WhatsApp Bruno - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511932738511

MEETUP | O futuro da matriz elétrica para além de 2030

Data: 11 de fevereiro

Local: Online via Teams

Horário: 10h

Inscrições: https://bit.ly/meetup-ce-fev26

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Regras de medição inteligente exigem coordenação entre MME e Aneel: https://bit.ly/45IUrhb

A portaria do MME, com as diretrizes para medição foi publicada na mesma data em a agência reguladora abriu consulta pública para discutir o tema.

Com foco na indústria, GNLink quer aumentar capacidade produtiva em 2026: https://bit.ly/4rlaPN2

Distribuidora de gás recebeu da ANP autorização de operação para unidade no RN que recebeu investimento de R$ 125 milhões.

Sabesp dá largada em OPA da Emae: https://bit.ly/3ZKzY8b

Operação visa comprar totalidade das ações ordinárias de emissão da Emae. Preço será de R$ 49,46 por ação.

Cooperativa de Telecom lança plataforma de GD: https://bit.ly/4kbqNHk

Coopercompany entra para o mercado de energia oferecendo redução de até 24% no valor do KWh sem investimento inicial, a partir do arrendamento de usinas da Evolua Energia.

Fonte: CanalEnergia

Gostou deste conteúdo?

Accredited by the National Electric Energy Agency — ANEEL to support the regulatory body

ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica

Soluções no Setor Elétrico

Nossa expertise no Setor Elétrico é resultado de diversos projetos executados por nossos profissionais em empresas de Geração, Transmissão, Distribuição e Comercialização.

Por que escolher a TATICCA?

O objetivo de nosso time é apresentar insights relevantes para o seu negócio e apoiá-lo em seu crescimento!

  • Equipe personalizada para cada projeto

  • Adequação caso a caso

  • Abordagem flexível

  • Envolvimento de Executivos Sêniores nos serviços

  • Expertise

  • Independência

  • Recursos locais globalmente interconectados

  • Equipe multidisciplinar

  • Capacitação contínua

  • Métodos compartilhados com os clientes

  • Amplo conhecimento dos setores

  • Mais modernidade, competência, flexibilidade, escalabilidade e foco no cliente

Our team

Professional specialists in the electrical sector
Do you have any questions?

Send us a message

por favor, preencher o campo.

Obrigado por entrar em contato! Recebemos sua mensagem e em breve retornaremos!
Infelizmente não foi possível enviar sua solicitação, tente novamente mais tarde.