Portal de Notícias sobre o
Setor Elétrico

Veja aqui as informações e notícias mais recentes sobre o setor elétrico. A curadoria do conteúdo é feita por nossos especialistas, considerando a importância do tema para o mercado.

Investimentos em Energia e Segurança Jurídica

13/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Antonio Araújo da Silva

Resumo das Notícias de Hoje

2/3/2026

Dia 02 de março de 2026, segunda-feira

- CEO DA COPEL DURANTE TELECONFERÊNCIA DA EMPRESA (comercialização)

A volatilidade de preços de energia deve seguir em 2026 e no ano seguinte. A tendência foi apontada pelo CEO da Copel, Daniel Slaviero, durante teleconferência nessa sexta-feira (27) sobre o último trimestre de 2025.. Conforme o executivo, o cenário de descolamento entre os valores gerados e operados efetivamente no setor nos últimos 12 meses aponta para uma perspectiva de alta estrutural nos próximos anos.

> Continue a leitura na matéria “Volatilidade de preços deve seguir nos próximos anos, diz CEO da Copel”: https://bit.ly/4l6vse8

- MEETUP CANALENERGIA (expansão)

O horizonte de longo prazo indica que haverá uma participação maior de novas tecnologias na matriz elétrica brasileira, na visão de especialistas ouvidos no primeiro MeetUp do ano, direcionado à Comunidade de assinantes do CanalEnergia no WhatsApp. Fontes renováveis, como hidrelétrica, solar e eólica continuarão, no entanto, como protagonistas, embora acompanhadas cada vez mais por novas soluções tecnológicas até 2050.

> Saiba mais em “Novas tecnologias terão papel importante na matriz do futuro, indicam especialistas”: https://bit.ly/4shyQoP

- CLASSIFICAÇÃO DE RATINGS (negócios e empresas)

A Fitch vê o curtailment como um fator determinante para ações negativas de classificação de crédito. A maior parte de ações de rebaixamento está em projetos de energia renovável concentrado na América Latina. A agência monitora 26,5 gigawatts de capacidade instalada eólica e solar de 100 emissores que operam exclusivamente em energia renovável, conforme relatório divulgado em fevereiro de 2026.

> Leia mais na notícia “Fitch vê curtailment como fator determinante para classificação de ratings”: https://bit.ly/4r7Orq9”

- EVENTOS (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://workshoppsr.ctee.com.br/pt/home.html

AGENDA SETORIAL

19 março/2026

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- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Enel pede reavaliação da Aneel sobre evento climático de dezembro: https://bit.ly/4rGQ0wb

Empresa contesta em carta à agência as conclusões da fiscalização sobre a atuação da empresa no restabelecimento da energia após evento climático em dezembro de 2025.

Axia projeta investir R$ 14 bilhões até 2027 e mantem leilões na mira: https://bit.ly/46Dzgh4

Leilões de LTs e LRCAP são oportunidades. Companhia tem pipeline, tem mais de 4 GW de baterias em estudo.

Março inicia com previsão de ENA acima da média no Nordeste: https://bit.ly/4b17s7u

Comportamento dos reservatórios ao longo do próximo mês é de elevação em quase todo o país com exceção do sul que deverá recuar.

Fonte: CanalEnergia

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O preço do tempo: por que a tarifa horária não pode mais esperar

2/3/2026

Incorporar o tempo à tarifa de energia é alinhar o setor elétrico com princípios básicos de eficiência econômica.

Por Flávia Lis Perdeneiras

19/02/2026

Por que aceitamos pagar mais caro por um Uber na chuva ou por uma passagem aérea no feriado, mas ainda sustentamos a ideia de que a energia elétrica vale o mesmo ao meio-dia e às 19h?

Em quase todos os setores, o preço reage à escassez, e a sociedade entende isso. No entanto, para cerca de 95 milhões de unidades consumidoras da baixa tensão, que respondem por aproximadamente metade do consumo de energia elétrica do Brasil, ainda vigora uma tarifa “plana”, sem diferenciação horária. Ela trata o kWh consumido em uma tarde ensolarada de domingo como se tivesse o mesmo custo sistêmico daquele usado no momento crítico do início da noite.

O consumidor não recebe o principal sinal econômico, que é quando seu consumo pesa mais para o sistema. E isso não é neutro.

A conta de luz é uma preocupação real das famílias e das empresas. O problema é que, sem sinal de preço ao longo do dia, o sistema responde da forma possível, ou seja, com mais investimento estrutural. Sem a Tarifa Horária, todos pagam pela infraestrutura dimensionada para poucas horas críticas, inclusive quem não consome nesses horários.

O sistema elétrico não é construído para a média, mas para a ponta de carga. Se a rede precisa suportar 110 MW às 19h, cabos, transformadores, subestações e equipamentos de proteção devem ser dimensionados para esse valor, mesmo que na maior parte do dia a demanda esteja muito abaixo disso. Esses ativos ociosos não desaparecem, entram na base de remuneração das distribuidoras e são pagos por todos os consumidores por décadas, ainda que tenham sido necessários para atender apenas algumas horas por ano.

A Tarifa Horária parte do princípio da causalidade de custos. Usar o sistema no horário crítico impõe custos maiores à sociedade. O preço deveria refletir essa diferença.

É aí que entra o peak shaving, ou seja, o achatamento da ponta. Ao diferenciar preços ao longo do dia, cria-se incentivo para deslocar consumos flexíveis. O efeito não é só evitar parte dos novos investimentos. Há também um ganho direto de eficiência no uso dos ativos já existentes, ou seja, transformadores, cabos e subestações passam a operar com fator de utilização mais alto ao longo do dia, em vez de ficarem subutilizados fora das poucas horas críticas. Em termos econômicos, dilui-se o custo fixo da infraestrutura por um volume maior de energia transportada, reduzindo o custo médio do serviço no longo prazo.

Preço é informação. Se ele não varia, o consumidor não tem como perceber que ligar determinados equipamentos naquele horário implica despacho de geração mais cara ou maior estresse da rede. Sem sinalização, o ajuste vem apenas pelo lado da oferta, ou seja, mais ativos e mais custo estrutural.

E a lógica não vale só para a rede, vale para a geração também.

O setor elétrico brasileiro deixou de ser predominantemente hidrotérmico e incorporou grande volume de fontes intermitentes, especialmente solar e eólica. Ao meio-dia, a geração fotovoltaica é abundante, com custo marginal próximo a zero, somada às outras fontes de base inflexíveis, como usinas termelétricas com contratos de despacho obrigatório. O resultado é um período de grande oferta e baixa carga líquida a ser atendida pelo operador.

Já no início da noite, quando o sol se põe e as pessoas chegam em casa, a geração solar se reduz rapidamente, enquanto a demanda cresce. Surge o fenômeno conhecido como Curva do Pato: um vale profundo de carga líquida durante o dia e uma rampa íngreme ao entardecer.

Para sustentar essa rampa, o sistema precisa elevar rapidamente a geração despachável, e acionar usinas térmicas mais caras e flexíveis. Isso pressiona os Encargos de Serviço do Sistema (ESS) e exige elevada capacidade de resposta da infraestrutura, pois a incapacidade de suprir essa variação de potência pode comprometer a frequência da rede e levar a interrupções, ou apagões.

A Tarifa Horária parte do princípio da causalidade de custos. Usar o sistema no horário crítico impõe custos maiores à sociedade. O preço deveria refletir essa diferença.

Preço é informação. Se ele não varia, o consumidor não tem como perceber que ligar determinados equipamentos naquele horário implica despacho de geração mais cara ou maior estresse da rede. Sem sinalização, o ajuste vem apenas pelo lado da oferta, ou seja, mais ativos e mais custo estrutural.

E a lógica não vale só para a rede, vale para a geração também.

O setor elétrico brasileiro deixou de ser predominantemente hidrotérmico e incorporou grande volume de fontes intermitentes, especialmente solar e eólica. Ao meio-dia, a geração fotovoltaica é abundante, com custo marginal próximo a zero, somada às outras fontes de base inflexíveis, como usinas termelétricas com contratos de despacho obrigatório. O resultado é um período de grande oferta e baixa carga líquida a ser atendida pelo operador.

Já no início da noite, quando o sol se põe e as pessoas chegam em casa, a geração solar se reduz rapidamente, enquanto a demanda cresce. Surge o fenômeno conhecido como Curva do Pato: um vale profundo de carga líquida durante o dia e uma rampa íngreme ao entardecer.

Para sustentar essa rampa, o sistema precisa elevar rapidamente a geração despachável, e acionar usinas térmicas mais caras e flexíveis. Isso pressiona os Encargos de Serviço do Sistema (ESS) e exige elevada capacidade de resposta da infraestrutura, pois a incapacidade de suprir essa variação de potência pode comprometer a frequência da rede e levar a interrupções, ou apagões.

No Brasil, a Curva do Pato passou a se somar à dinâmica sazonal da curva de carga, deslocando a ponta tradicional das tardes de verão para o período noturno. Nos meses de inverno, esse horário noturno já concentra, de forma recorrente, os momentos de maior estresse do sistema.

Se a oferta perdeu flexibilidade, ela precisa ser buscada na demanda. Não por acaso, mesmo com crescimento moderado do consumo de energia, as necessidades de potência e de modulação aumentam em ritmo bem superior. Isso reforça a importância, dentre outras medidas, de um desenho tarifário que valorize quem contribui para suavizar picos e deslocar consumo.

A Tarifa Horária (que se chama Tarifa Branca) foi criada no Brasil há cerca de 15 anos, mas é opcional e tem adesão muito baixa. Isso confirma o que a literatura internacional mostra, que os modelos optativos não superam a inércia do consumidor, especialmente em temas técnicos e pouco conhecidos. Vale notar que, para os consumidores atendidos em Alta Tensão, a sinalização horária já é a única opção, não havendo modalidade tarifária plana nesse nível de tensão.

A Tarifa Convencional é a modalidade padrão para os consumidores de baixa tensão e não diferencia preços ao longo do dia – é uma tarifa plana. A Tarifa Horária, diferentemente, estrutura o consumo em três postos (ponta, intermediário e fora de ponta), cada um com valores distintos que refletem as condições de carga do sistema.

A proposta regulatória em debate capitaneada pela Aneel é torná-la padrão para consumidores da baixa tensão com consumo acima de 1.000 kWh/mês. Não é direcionada ao consumidor vulnerável, que continua amparado por políticas como a Tarifa Social.

O foco está em um grupo pequeno em número de unidades (2,5% dos consumidores de baixa tensão), mas relevante em consumo (25%): grandes consumidores residenciais e comerciais, com maior capacidade de gestão do consumo e de adoção de tecnologias. Não se trata, então, de impor complexidade ao pequeno consumidor, mas de direcionar o sinal econômico a quem tem maior capacidade de resposta e maior impacto sistêmico.

O ambiente tecnológico mudou, e isso chamou atenção à tarifa horária novamente, que não é novidade. Medição, agora, já não é grande entrave, soluções de gestão de energia irão se expandir trazidas pelo mercado, a digitalização e a inteligência artificial reduzem barreiras. Veículos elétricos e baterias ampliam a flexibilidade, mas também podem pressionar a rede se o carregamento ocorrer nos horários críticos. Com sinal de preço adequado, tornam-se parte da solução.

Para o consumidor, a Tarifa Horária é uma forma de pagar de maneira mais justa pela energia que usa. Hoje, quem consome fora dos horários de ponta acaba pagando por investimentos feitos para atender poucas horas críticas do sistema, ou seja, paga por quem uso o sistema na ponta.

A tarifa diferenciada permite pagar menos sem consumir menos — basta ajustar o horário de uso. Quem tem alguma flexibilidade passa a ser recompensado por ajudar a reduzir a pressão sobre a rede. Além disso, ao evitar investimentos caros e pouco utilizados, a Tarifa Horária contribui para conter os custos do setor no longo prazo, reduzindo a pressão sobre as contas de luz futuras.

O ponto central é que adiar a sinalização horária não preserva o sistema como está. Ao contrário, consolida um modelo em que a ponta é tratada como dado, não como variável de gestão. Isso aumenta a probabilidade de investimentos voltados a poucas horas críticas, que depois permanecem sendo remunerados por décadas.

Não fazer nada também é uma decisão, e uma decisão mais cara.

Incorporar o tempo à tarifa de energia é alinhar o setor elétrico com princípios básicos de eficiência econômica, melhorar o uso da infraestrutura existente, reduzir a necessidade de expansão para atender picos curtos e criar espaço para um novo ecossistema de soluções de gestão do lado da demanda.

No fim, é sobre usar melhor o que já temos, evitar custos desnecessários e dar ao consumidor a informação que faltava. No sistema elétrico, a energia sempre teve hora. Só o preço ainda finge que não.

Flávia Lis Perdeneiras
Especialista em regulação do setor elétrico desde 2007. Mestre em planejamento energético pela COPPE/UFRJ e doutoranda em economia pelo IDP. Gerente de regulação econômica na Aneel.

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FRASE DA SEMANA

3/3/2026

“As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deveriam preocupar-se mais com os custos de não fazer não fazer nada.”

Autor: Philip Kotler

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PARA LER COM CALMA

28/2/2026

Para quem está na correria e não conseguiu acompanhar os assuntos dessa semana, aqui vai um resumo:

Geração de Energia

- Eólica: WEG prevê retomada de projetos eólicos no médio/longo prazo, com investimento de R$ 3,6 bi da fabricante em 2026. https://bit.ly/4aZngYt

- Carga do SIN: Projeção de alta de 1,5% em março e 5,3% em abril até o momento. https://bit.ly/40CVRqk

- MMGD (Geração Distribuída): Brasil próximo de atingir 45 GW em potência instalada, com estudo indicando que apenas 3%-4% das redes precisam de adequação. https://bit.ly/4rxs7ax

Leilões

- Transmissão: Aneel aprovou edital com dois certames separados  https://bit.ly/4saIbyP

> 27/03 para lotes 1-5 e

> 30 dias após homologação do termo de distrato consensual dos contratos da MEZ Energia para lotes 7-10

- WEG aposta em ‘track record’ por oportunidades no leilão de baterias ". https://bit.ly/4bizlbB

Regulação e Políticas

- Armazenamento: Definição de regras para armazenamento pode ser postergada em 30 dias (CP 39/2023).  https://bit.ly/4aKAS9L

- PL do Redata: Câmara aprovou incentivos fiscais para datacenters (5 anos de isenção na compra de equipamentos), condicionados ao uso de energia limpa. https://bit.ly/4tXNLpI

- Aneel identificou R$ 7,9 bi em recursos passíveis de antecipação do Uso do Bem Público (UBP) para 34 hidrelétricas. https://bit.ly/3OKKVUZ

Empresas e Mercado

- Enel SP: Aneel prorrogou análise sobre caducidade da concessão até 24/03. https://bit.ly/3MufDkN

- Investimentos:

> Engie comprou distribuidora no Reino Unido por £10,5 bi  https://bit.ly/3MBj74Z

> Atlas captou US$ 3 bi para projetos de solar e baterias.  https://bit.ly/4u0mG5E

- IA em Redes: Fu2re desenvolveu solução com IA para prever riscos em redes de distribuição (ex.: quedas de árvores).  https://bit.ly/4kSjG73

- Engie avalia antecipar UBP para 4 usinas. https://bit.ly/4aW7xt6

Destaques Rápidos

- Madureira deixa Abradee; Patrícia Audi assume em 01/03. https://bit.ly/3MO7yYc

- CEOs e Inovação: Pesquisa PwC aponta que apenas 3% dos CEOs do setor no Brasil testam inovações rapidamente (vs. 29% global).  https://bit.ly/4tXDdXP

Fonte: CanalEnergia

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Resumo das Notícias de Hoje

27/2/2026

Dia 27 de fevereiro de 2026, sexta-feira

- RETOMADA DE EÓLICAS NO MÉDIO E LONGO PRAZO? (negócios e empresas)

Com um investimento previsto de R$ 3,6 bilhões em 2026, a fabricante de equipamentos WEG vê uma retomada dos projetos eólicos no médio e longo prazo. A companha fabrica aerogeradores de 7 MW e 4,2 MW. Em teleconferência com analistas, o diretor André Salgueiro avaliou que durante muito tempo, a fonte ficou restrita aos leilões regulados de energia. Em seguida, o mercado livre dominou a expansão da fonte. Contudo, os baixos custos das usinas solares acabaram deixado as eólicas de lado.

> Continue a leitura na matéria “WEG vê retomada de eólicas no médio e longo prazo”: https://bit.ly/4aZngYt

- CARGA EM MARÇO (operação)

O ONS projeta alta de 1,5% na carga do mês de março. A perspectiva do Operador é de chegar a 87.446 MW médios. A previsão de fevereiro mostra retração de mais de 2%, ante mesmo período do ano passado. O motivo é a redução das temperaturas comparadas a 2025. As previsões para abril mostram alta de 5,3% até o momento. Dessa forma, o Operador Nacional do Sistema Elétrico avalia que a carga em 2026 no SIN poderá chegar a uma elevação de 4,21% ante 2025. Esse indicador ainda está em linha com os 4,73% do Planejamento Anual de 2026.

> Saiba mais em “ONS projeta alta de 1,5% na carga em março”: https://bit.ly/40CVRqk

- EVENTOS (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://workshoppsr.ctee.com.br/pt/home.html

AGENDA SETORIAL

19 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://www.agendasetorial.com.br/pt/home.html

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- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Engie avalia antecipação do UBP para quatro usinas: https://bit.ly/4aW7xt6

Companhia trabalha internamente para decisão em até 60 dias  diz esperar níveis semelhantes de curtailment e GSF em 2026.

WEG aposta em ‘track record’ por oportunidades no leilão de baterias: https://bit.ly/4bizlbB

Expectativa é que certame possa comercializar 2 GW. Enquanto isso, companhia constrói fábrica de BESS em SC.

Engie compra distribuidora no Reino Unido por £ 10,5 bilhões: https://bit.ly/3MBj74Z

UK Power Networks distribui 71 TWh de eletricidade anualmente para 8,5 milhões de clientes em Londres, no Sudeste e no leste da Inglaterra.

Madureira deixa Abradee e Patrícia Audi assume em 1º de março: https://bit.ly/3MO7yYc

Engenheiro eletricista com longa carreira no setor, o executivo esteve à frente da associação das distribuidoras por quase sete anos.”

Fonte: CanalEnergia

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ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica

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