- Grupo Electra Energia acelera a expansão com foco em inovação, tecnologia e energia inteligente para o futuro
Ao completar 24 anos, o Grupo Electra Energia vive um novo momento de transformação e expansão, preparado para receber clientes residenciais e comércios. “A perspectiva é continuar expandindo tanto o volume de energia negociada como a oferta de soluções que tornem o consumo de energia mais simples, sustentável e inteligente para os clientes, sem perder o foco na inovação”, resume Franklin Miguel, diretor-presidente da Electra Comercializadora. O avanço da empresa no ranking das 500 Maiores do Sul do Brasil e a diversificação das atividades do grupo demonstram essa expansão.
- Electra participa de evento sobre inovação no setor de energia em Cascavel
O CEO da Electra Comercializadora, Franklin Miguel, participa como painelista da 1ª Conferência de Energia do Oeste Paranaense, que reúne especialistas em energia para discutir soluções voltadas à sustentabilidade e à inovação no setor na região. O evento acontece no dia 25 de novembro, em Cascavel (PR). A conferência visa fortalecer o diálogo entre empresas, pesquisadores e consumidores de energia, de modo a alinhar estratégias regionais, conectar atores-chave e criar uma agenda conjunta para enfrentar os desafios energéticos que afetam diretamente o crescimento da região.
- Frota eletrificada vai demandar 78TWh em 2035, projeta EPE
Em 2035, os veículos leves eletrificados no Brasil devem ser de 3,7 milhões unidades, sendo 784 mil puramente elétricos. Considerando também caminhões, a demanda por eletricidade apenas para a frota eletrificada no país deve saltar dos atuais 627 GWh (2025) para 7,8 TWh em uma década, conforme projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Em 2024, as vendas de automóveis elétricos cresceram 89% em relação ao ano anterior, e a frota nacional se aproximou de 180 mil unidades.
- ONS: Afluências seguem acima de 80% da MLT no Sudeste/Centro-Oeste e Sul
O boletim do Programa Mensal da Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para a semana operativa até 28 de novembro apresenta perspectivas para a Energia Natural Afluente (ENA) acima de 80% no subsistema Sul (93% da MLT) e Sudeste/Centro-Oeste (81%). No Nordeste, deve ficar em 29% da MLT. Quanto à Energia Armazenada (EAR), o subsistema Sul tem a maior projeção, de 89,6%, seguido pelo Norte, com 57,9%.
- Aneel abre consulta pública para leilão de térmica a gás, carvão, óleo e hidrelétricas
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a abertura das consultas públicas que vão orientar os leilões de potência previstos para 2026. Os leilões buscam contratar usinas capazes de entregar potência firme em momentos críticos do sistema. Segundo dados da EPE, o cadastramento do leilão de reserva de capacidade recebeu 368 projetos, que somam 126,3 GW de potência instalada. A maior parte dos empreendimentos é de usinas termelétricas a gás natural, reforçando a tendência de expansão dessa fonte no curto e médio prazo.
- Novo bipolo deve ter tecnologia avançada e investimento de R$ 26,5 bi, indica EPE
Estudo da EPE indicou a implementação de transmissão de energia elétrica em corrente contínua (HVDC, na sigla em inglês) do tipo VSC (Voltage Source Converter) como a opção mais vantajosa para ampliar o intercâmbio de energia entre as regiões Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil entre 2033 e 2035. O estudo considera o contexto de elevada participação de fontes renováveis conectadas por inversores e a necessidade de mitigar problemas de multi-infeed, que representa múltiplas alimentações em corrente contínua com subestações inversoras eletricamente próximas.
- Aneel propõe mudanças nos CCEAR e mecanismos de registros para reduzir exposições ao MCP
A Aneel aprovou a abertura de uma consulta pública para receber subsídios e informações adicionais sobre alterações nas regras e nos procedimentos de comercialização de energia elétrica. O objetivo é operacionalizar a exigência de aporte de garantias financeiras relativas ao registro dos contratos, a fim de evitar que os compradores (distribuidoras) acabem expostos ao mercado de curto prazo, com consequências adversas aos consumidores finais. Estão em análise módulos das regras que tratam dos contratos da receita de venda de contratos no Ambiente de Contratação Regulada (CCEAR).
- Setor elétrico investe em rastreabilidade de energia, diz CCEE
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) lançou neste ano uma plataforma de certificação que permite garantir a origem renovável da energia gerada e consumida no país. Isso permite que produtores possam comprovar aos seus consumidores que seus produtos foram fabricados com energia renovável, agregando valor à cadeia produtiva. A certificação se apresenta como uma ferramenta estratégica para empresas que precisam cumprir metas de descarbonização, refletindo também uma crescente conscientização dos consumidores brasileiros sobre sustentabilidade. O sistema permite o registro e acompanhamento dos certificados desde sua origem até sua "aposentadoria".
- MME pretende remodelar formação de preços de energia
A formação do preço da energia no curto prazo é um dos maiores desafios do setor elétrico, na avaliação do secretário-executivo adjunto do Ministério de Minas e Energia (MME), Fernando Coli. A Medida Provisória 1.304 indica o caminho por onde a pasta deverá seguir nessa direção. A formação de preços vem sendo discutida desde 2023 pelo Projeto Meta II, cujos resultados foram apresentados em workshop promovido neste mês.
- Matriz elétrica limpa ao alcance do Brasil
O debate sobre transição energética deve transcender a questão técnico-operacional. A próxima fronteira do setor elétrico brasileiro não deveria ser apenas uma matriz renovável de alta penetração, mas sim uma matriz totalmente limpa, um diferencial único que nos colocaria na vanguarda mundial. Nossa vantagem competitiva é clara: abundância de recursos naturais, infraestrutura integrada de redes de transmissão e distribuição, e oferta crescente de energia renovável, com fatores de carga superiores à média internacional. Alcançar esse objetivo exige uma multiplicidade de instrumentos e políticas públicas.
- Governo propõe leilão de baterias em abril de 2026, com contratos iniciando em 2028
O MME abriu nova consulta pública para o primeiro leilão que contratará sistemas de armazenamento em baterias para o setor elétrico brasileiro, prevendo a realização do certame inédito em abril de 2026. O certame oferecerá contratos de 10 anos com início de suprimento em 1º de agosto de 2028. Pela proposta, as baterias serão contratadas para disponibilizarem potência ao ONS, recebendo em troca uma receita fixa. Haverá um compromisso de entrega da disponibilidade de potência máxima de quatro horas por dia.
- Brasileiros valorizam energia renovável
O estudo “ESG Trends 2025” identificou que, embora 76% dos brasileiros considerem importante o uso de energia renovável, apenas 26% realmente a implementam – uma diferença de 50 pontos percentuais que representa a maior lacuna entre os 24 hábitos sustentáveis analisados em 13 países. Essa diferença é associada ao acesso limitado a fornecedores de energia limpa, custo percebido como mais alto e falta de informação sobre alternativas viáveis para residências e pequenas empresas.
- Matriz elétrica brasileira cresce 65 GW em 2025
A matriz elétrica brasileira cresceu 6.564,81 MW entre janeiro e outubro de 2025, segundo a Aneel. No período, 113 novas usinas entraram em operação, impulsionadas principalmente pelas fontes solar (48 usinas), termelétrica (13 usinas) e eólica (37 usinas). Somente em outubro, 19 novas usinas começaram a operar, somando 643,46 MW de potência adicional. Ao longo de 2025, 17 estados passaram a abrigar novas usinas.
Fonte: Electra Comercialização de Energia – Edição 23/25 de 21/11/2025