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Electrical Sector

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Investimentos em Energia e Segurança Jurídica

13/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Antonio Araújo da Silva

Resumo das Notícias de Hoje

Dia 12 de março de 2026, quinta-feira

- SILVEIRA MUDA O TOM SOBRE A ENEL SP (distribuição)

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, mudou o tom de cobranças à Enel São Paulo. Ele afirmou nesta quarta-feira, 11 de março que a concessionária “cumpre, em princípio, boa parte ou quase a totalidade” dos índices para renovação da concessão, afinal, seu contrato é antigo. Silveira ressaltou que o assunto está sendo discutido pela Aneel. Contudo, sinalizou com a possibilidade concreta de prorrogação da outorga da distribuidora paulista.

> Continue a leitura na matéria “Silveira muda o tom de cobrança para a Enel SP”: https://bit.ly/4s4Km7c

- SILVEIRA SOBRE O LRCAP (expansão)

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu nesta quarta-feira (11/03) a revisão dos preços-teto do leilão de reserva de capacidade. Ele afirmou em audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados que os dois certames marcados para os dias 18 e 20 desse mês terão “uma disputa feroz.”

> Leia mais em “Silveira defende preço-teto e prevê “disputa feroz” no LRCAP”: https://bit.ly/3OWl8tn

- BOLETIM DO ONS (geração)

O submercado do Sudeste/Centro-Oeste (SE/CO) cresceu 0,4 ponto percentual. Dessa forma, a capacidade está em 59,2% na última terça-feira, 10 de março, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A energia armazenada mostra 121.056 MW mês e a ENA é de 56.376 MW med, ou seja, corresponde a 75% da MLT. Furnas admite 53,26% e a usina de Nova Ponte marca 39,5%

> Saiba mais na notícia “Região SE/CO cresceu 0,4 p.p e opera com 59,2% da capacidade”: https://bit.ly/4s88MwQ

- EVENTOS (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://workshoppsr.ctee.com.br/pt/home.html

AGENDA SETORIAL

19 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://www.agendasetorial.com.br/pt/home.html

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MEETUP | Sistema em Crise: entre a Escassez Hídrica e aumento da Demanda de Energia

Foco da discussão

Data: 31 de março

Local: Online via Teams

Horário: 10h

Inscrições: https://events.teams.microsoft.com/event/4881bdc8-49cc-4518-9164-10a837a5b8ff@2567d566-604c-408a-8a60-55d0dc9d9d6b

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Candidatos do MME serão indicados primeiro em eleição na CCEE: https://bit.ly/4uqXW6q

Em seguida, categorias votarão seus nomes nessa ordem: Distribuição, Geração, Comercialização e Consumo.

Governo envia pedido ao Senado para financiar energia renovável no Nordeste: https://bit.ly/4rpN6ek

Texto publicado no DOU visa a obtenção de recursos para programa que amplia integração de fontes limpas à rede elétrica da região.

Fitch atribui rating AAA(bra) a emissão da Engie Brasil Energia: https://bit.ly/4s7vwgw

Agência de classificação de risco analisa que geradora possui mecanismos para mitigar riscos hidrológicos e de curtailment contratos de venda no mercado regulado que limitam a exposição ao GSF e a diversificação de ativos.

Fonte: CanalEnergia

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Resumo das Notícias de Hoje

11/3/2026

Dia 11 de março de 2026, quarta-feira

- DUPLA COBRANÇA DA TARIFA FIO (política)

A Aneel adiou a decisão sobre a regulação do armazenamento de energia elétrica no qual inclui baterias e usinas reversíveis. A discussão principal, no entanto, gira em torno da proposta do diretor Fernando Mosna de equiparar os Sistemas de Armazenamento de Energia (SAE) a agentes de geração. A medida evitaria a dupla cobrança pelo uso da rede no consumo e na injeção.

> Continue a leitura em “Aneel adia decisão sobre dupla cobrança da tarifa fio”: https://bit.ly/4lkfVYe

- AMBIENTE DE CONTRATAÇÃO LIVRE (comercialização)

O mercado livre de energia (ACL) alcança 42% de toda a eletricidade consumida no país em 2025. Essa é a maior participação já registrada. Os dados fazem parte do Estudo Cenários do Mercado Brasileiro de Energia, elaborado pela CCEE.

> Saiba mais na matéria “ACL alcança 42% do consumo de energia no Brasil”: https://bit.ly/4bhYSS9

- PARCERIA BRASIL E ÁFRICA DO SUL EM MINERAIS CRÍTICOS E AS TERRAS RARAS (política)

A visita do presidente da África do Sul Cyril Ramaphosa ao Brasil trouxe os minerais críticos e as terras raras à pauta novamente. O presidente Lula sugeriu que os dois países atuem juntos na exploração, com a montagem de uma empresa conjunta. De acordo com ele, há o desejo de repensar o papel da exploração dos recursos naturais e fortalecer as cadeias produtivas nos dois países.

> Leia mais na notícia “Lula quer parceria com África do Sul em minerais da transição”: https://bit.ly/3PbzVQL

- EVENTOS (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://workshoppsr.ctee.com.br/pt/home.html

AGENDA SETORIAL

19 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://www.agendasetorial.com.br/pt/home.html

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- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Aumento de 8,59% para tarifas da Light visa evitar ‘efeito rebote’: https://bit.ly/3P5I35m

Tarifas da distribuidora terão aumento médio de 8,59% a partir de 15 de março, índice é mais elevado para evitar efeito rebote no processo de 2027.

Aneel aprova reajuste médio de 15,46% para a Enel Rio: https://bit.ly/4rY4Ezk

Índice final terá efeito médio de 14,43% para os consumidores atendidos em baixa tensão. Tarifa residencial ficará em 1.0561,10/MWh.

Hitachi amplia investimento na América Latina: https://bit.ly/4lq6Kp9

A expansão dos investimentos em mais US$ 70 milhões veio em resposta ao crescimento do mercado, principalmente, com Data Centers e outros investimentos no segmento de transmissão no país.”

Fonte: CanalEnergia

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O Guardião do Patrimônio - O Cofre Transparente: A Verdade Sobre a Nova Lei das Offshores e o Futuro do Seu Legado Global

11/3/2026

Há algumas semanas atrás, falamos sobre as armadilhas do seu passaporte. Hoje, o assunto é o seu cofre. A "mágica" de investir no exterior e não pagar imposto no Brasil acabou, mas fechar sua estrutura internacional agora pode ser o erro mais caro da sua sucessão.

O Guardião do Patrimônio alertou sobre a linha tênue da residência fiscal. Vimos que viver como um "cidadão do mundo" sem se divorciar formalmente da Receita Federal pode transformar a sua liberdade em um pesadelo de bitributação.

Hoje, damos o segundo passo estratégico na nossa jornada internacional. Suponha que você manteve sua residência no Brasil, mas enviou parte relevante do seu patrimônio para o exterior. Por muito tempo, a regra de ouro para grandes volumes era abrir uma Offshore (Private Investment Company - PIC) em um paraíso fiscal. A grande vantagem era o "diferimento": o dinheiro rendia lá fora e você não pagava Imposto de Renda no Brasil até decidir trazer o lucro para sua conta.

Porém, a Lei nº 14.754/2023 acabou com essa mágica, instituindo a tributação periódica e automática. O jogo mudou. Vamos destrinchar como a nova lei afeta o seu bolso e por que a sua Offshore continua sendo a peça central da sua governança.

1. A Nova Regra para a Pessoa Física: O Fim das Isenções

A nova lei dividiu os investimentos em realidades distintas. Se você investe diretamente na pessoa física (através de uma corretora internacional), o imposto passou a ser uma alíquota fixa de 15% sobre os rendimentos (juros, dividendos ou ganhos de capital). Essa regra unificada substitui as antigas e onerosas tabelas do Carnê-Leão (que chegava a 27,5%) e de ganho de capital.

Mas atenção a dois detalhes cruciais que pegaram muitos de surpresa:

  • Fim da isenção: Acabou a antiga isenção para vendas de bens no exterior que não ultrapassassem R$ 35.000,00 por mês.
  • O Lucro Cambial: Todo o rendimento agora é calculado em Reais. Se a sua ação em dólar não valorizou nada, mas o dólar subiu de R$ 5,00 para R$ 6,00, você paga 15% de imposto sobre essa variação cambial.

2. O Cerco às Offshores: A Regra do 31 de Dezembro

O impacto mais estrutural recaiu sobre as Entidades Controladas (Offshores ou PICs). A lei atacou empresas abertas em paraísos fiscais usadas apenas para guardar investimentos.

Você cai nessa regra se cumprir dois requisitos:

  1. Controle: Se você (sozinho ou com familiares) detém mais de 50% do capital social ou dos direitos de voto.
  2. Perfil: Se a empresa está em um paraíso fiscal (tributação menor que 20%) OU se possui "renda passiva" (vive de juros, dividendos e aluguéis) representando a maior parte de sua renda.

Se a sua Offshore se enquadra aqui, o diferimento acabou. Todo dia 31 de dezembro, a empresa precisa apurar o Lucro Líquido segundo regras contábeis formais (BR GAAP ou IFRS). Você declarará sua proporção nesse lucro no Brasil e pagará 15% de imposto, mesmo que a empresa não distribua o dinheiro para você.

3. A Opção pela Transparência Fiscal: O "Raio-X"

Para não obrigar pequenos investidores a pagarem contadores internacionais caríssimos para fechar esses balanços complexos, a lei criou a "Transparência Fiscal".

Você pode avisar a Receita: "Considere que essa Offshore não existe". Os ativos dentro dela passam a ser declarados diretamente no seu CPF. É uma simplificação contábil, mas exige extremo cuidado estratégico, pois essa opção é irretratável (não tem volta enquanto você tiver a entidade).

4. Por que NÃO Fechar sua Offshore?

Com o imposto sendo cobrado anualmente, muitos cogitam fechar a Offshore. A resposta técnica é: para grandes patrimônios, a Offshore aliada a Trusts continua sendo essencial pela Segurança Sucessória e governança.

Três motivos vitais para mantê-la:

  • O Escudo do Estate Tax: Se você tiver bens diretamente nos EUA e falecer, o governo americano cobra até 40% de imposto de herança. Com a PIC, quem é dona dos bens é a empresa caribenha. Você não "morre" perante os EUA.
  • Fuga do Probate: Fazer um inventário nos EUA (Probate) é caríssimo e demorado. A sucessão das cotas da PIC resolve isso rapidamente.
  • A Inteligência Contábil: A Offshore permite que você compense prejuízos sem limite de tempo (um prejuízo em 2024 pode zerar o lucro de 2025). Além disso, se a empresa pagou imposto retido no exterior (como 30% em dividendos nos EUA), esse valor pode ser abatido dos 15% devidos ao Brasil (Foreign Tax Credit), evitando a bitributação.

5. Trusts e a Janela de Oportunidade

A nova lei finalmente regulamentou os Trusts, definindo-os como transparentes. O Fisco agora "olha através dele".

A grande vitória para o Wealth Planning é que a lei sacramentou que a passagem dos bens do Trust para os herdeiros tem natureza de Herança ou Doação. O herdeiro pagará apenas o ITCMD estadual (em média 4% a 8%) e estará livre do imposto de renda (27,5%) sobre o patrimônio principal recebido.

Vale lembrar que, como regra de transição da lei, o governo ofereceu uma "anistia" para atualizar bens a valor de mercado em 31/12/2023 pagando apenas 8% de imposto (ao invés de 15%). Quem usou essa estratégia de forma inteligente já garantiu uma economia monumental na largada.

O planejamento tributário internacional amadureceu. Não se trata mais de adiar impostos infinitamente, mas de aceitar a regra dos 15% e blindar o patrimônio contra o confiscador imposto de herança estrangeiro.

Fonte: O Guardião do Patrimônio | Guia Invest Wealth – de 11/03/2026

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Petróleo em disparada: como ficam a inflação e os juros no Brasil?

11/3/2026

A escalada do conflito envolvendo o Irã levou o preço do petróleo a subir fortemente, chegando perto de US$ 120 por barril antes de recuar para a faixa de US$ 87. Economistas alertam que a volatilidade pode pressionar a inflação no Brasil. Projeções do BTG Pactual (mesmo grupo controlador da EXAME) indicam que, se o barril chegar a US$ 100, o IPCA de 2026 pode subir para cerca de 5,4%, refletindo principalmente o impacto sobre combustíveis e transporte.

A alta do petróleo pode encarecer gasolina e diesel e gerar efeitos em cadeia nos preços da economia. Isso aumenta a pressão inflacionária e pode dificultar as decisões do Banco Central sobre o início e o ritmo de cortes da Selic, que hoje está em 15% ao ano.

O QUE ACONTECE AGORA:

  • Mercado acompanha a evolução da guerra e seus efeitos no petróleo
  • Petrobras avalia possível repasse da alta aos combustíveis
  • Economistas revisam projeções de inflação
  • Banco Central decide nas próximas reuniões o ritmo dos cortes de juros.

SAIBA MAIS

Fonte: Desperta | exame de 11/03/2026

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Confira a consulta pública terminando nos próximos dias

9/3/2026

Data final: 16/03/2026

Consulta 001/2026

Obter subsídios e informações para o aprimoramento da Análise de Impacto Regulatório, no âmbito da atividade "Avaliação dos sistemas de medição para transição energética e modernização no segmento de distribuição" prevista na Agenda Regulatória.

Saiba mais no site: https://bit.ly/Aneel-ConsultaPública

Fonte: CanalEnergia

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