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AULÃO VOLTS - MP1304: A nova república da energia

12/11/2025

SINAL DE ALERTA 4: os reservatórios das UHEs pararam de piorar, mas seguem preocupantes

27/1/2026

Edvaldo Santana | Diretor na NEAL, Negócios de Energia Associados Ltda.

Acertou a Aneel ao criar seu Gabinete de Acompanhamento das Condições do SIN, um eufemismo para Gabinete de Crise, ou uma forma educada de dizer que, por escassez de água, os hipopótamos subiram no telhado.

Hoje, dia 21 de janeiro, verifica-se que os reservatórios das UHEs alcançaram, no todo, 46,4%. Representa o crescimento de um ponto percentual em comparação com o início do mês. É um aumento, OK, mas mesmo assim um NÚMERO ASSUSTADOR. Em situação normal, nos 20 dias de janeiro o índice de armazenamento deveria ter crescido no mínimo 8 pontos percentuais. Portanto, o quadro, hoje, é de déficit. E não é um déficit qualquer.

Há uma Nota disponível na abertura da página do ONS na internet que mostra onde podemos chegar. Considerando um cenário chamado de “inferior”, dia 31 de janeiro os reservatórios do SE/CO atingiriam 41,1%, para uma ENA de 49% da média.

Com os números de hoje já é possível dizer que tal índice de armazenamento será igual ou maior que os atuais 43,5%. O PROBLEMA É QUE 43,5% É UM NÚMERO ARREPIANTE. SÃO 12 PONTOS PERCENTUAIS ABAIXO DO QUE SERIA NECESSÁRIO PARA QUE 2026 FOSSE IGUAL A 2025, ONDE PREDOMINOU A BANDEIRA VERMELHA. Ou seja, NÃO É DESPREZÍVEL A PROBABILIDADE DE 2026 SER BEM PIOR QUE 2025.

Note que, no cenário “superior” do ONS, os reservatórios do SE/CO chegariam dia 31 de janeiro com 48,5%, valor, hoje, quase impossível. Sucede que mesmo nesse cenário “superior” o índice de armazenamento do SIN no fim de junho, segundo o ONS, não atingiria a 64%, O QUE SINALIZARIA, NA MINHA COMPREENSÃO, UM ANO COM BANDEIRA VERMELHA NO PRIMEIRO PATAMAR A PARTIR DE FEVEREIRO (veja SINAL DE ALERTA 3) E NO SEGUNDO PATAMAR DE MAIO EM DIANTE, NA MELHOR DAS HIPÓTESES.

Mas vamos com calma. AINDA TEMOS 90 dias até o fim de abril, horizonte em que, normalmente, há chuvas em volumes relevantes. NÃO SERIA DESCARTÁVEL, ASSIM, A POSSIBILIDADE DE NESSES 90 DIAS CAIR A CHUVA QUE NÃO VEIO EM DEZEMBRO E JANEIRO E MAIS O QUE SERIA ESPERADO PARA O RESTO DO PERÍODO. Você contaria com isso? Eu seria mais conservador.

Entendo que numa “boa” expectativa de cenário, com ENA equivalente à média de 2025 (entre fevereiro e abril), o ÍNDICE DE ARMAZENAMENTO DO SIN SERIA DE POUCO MAIS DE 60%, QUE SALVA A PÁTRIA, MAS O CUSTO SERÁ ELEVADÍSSIMO.

Por alguma razão, lembrei de março de 2001, quando a Aneel criou o correspondente ao “gabinete de acompanhamento”. Eu fazia parte do tal “gabinete”. Na época, era proibido falar em crise. Deu no que deu. Aliás, naquela época também era impensável a Nota que, desde o dia 15 de janeiro, está estampada na página do ONS, que é um grande avanço.

Fonte: Linkedin

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TARIFAS INTELIGENTES | AULÃO VOLT – 23/01

27/1/2026

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FRAGMENTOS EXTRAÍDOS DO ELECTRA CLIPPING – ED. 02/26, DE 23/01/2025

26/1/2026

- Uma liderança reconhecida pelo setor elétrico brasileiro Franklin Miguel entre os 100 + influentes da Energia 2025

O CEO da Electra Comercializadora de Energia, Franklin Miguel, foi destacado como um dos 100 + Influentes da Energia de 2025, reconhecimento promovido pelo Grupo Mídia Full Energy. A iniciativa, que homenageia personalidades e instituições que contribuem de forma relevante para o desenvolvimento, a inovação e o fortalecimento da cadeia energética no Brasil, reforça a liderança inspiradora e eficaz de Franklin à frente da Electra, além de refletir o trabalho consistente de uma empresa comprometida com uma gestão responsável e estratégica.

- A 67 Km de Curitiba, primeira grande hidrelétrica do Paraná foi construída no meio da Mata Atlântica

Construída pela Companhia Força e Luz do Paraná em meio à Mata Atlântica, a Usina Hidrelétrica Chaminé iniciou suas operações com capacidade instalada de 9 MW, número expressivo para a época em que foi construída, no início do século passado. Atualmente, sob o comando da Electra, tem capacidade de 18 MW. Embora modesta se comparada aos cerca de 14 mil MW de Itaipu, a geração mantém relevância histórica e energética para o estado do Paraná.

- Com alerta hídrico, Aneel cria gabinete para monitorar o sistema elétrico

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) instituiu um gabinete especial de acompanhamento das condições do Sistema Interligado Nacional (SIN) para o biênio 2026/2027. O colegiado será subordinado à diretoria e contará com 11 integrantes. A decisão tem como base a reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) da semana passada, na qual foram discutidas medidas emergenciais para garantir o atendimento energético no período, em linha com o conjunto de ações adotado durante a crise hídrica de 2021.

- Mercado livre de energia avança e amplia liberdade de escolha para o consumidor

O mercado livre de energia continua sua expansão acelerada no Brasil, oferecendo mais autonomia e competitividade para consumidores de diferentes perfis. Em 2025, o ambiente registrou a entrada de mais de 21,7 mil novos consumidores, totalizando cerca de 85 mil participantes, responsáveis por 43% de toda a eletricidade consumida no país, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Agora, o mercado está avançando para se tornar acessível a todos os brasileiros.

- Data Centers devem dobrar consumo de energia no Brasil e hidrelétricas serão decisivas para garantir potência firme e segurança energética no país

Ao se observar o salto projetado no consumo de energia elétrica dos data centers, torna-se evidente que o país só conseguirá atrair e sustentar essa nova onda de investimentos se a base hidrelétrica for reconhecida como alicerce de previsibilidade energética. O atendimento contínuo e de alta confiabilidade requerido por essas instalações, que não podem sofrer interrupções, variações bruscas ou oscilações de frequência, exige uma matriz com forte presença de fontes estáveis, robustas e capazes de compensar a intermitência das demais renováveis.

- Aneel suspende ressarcimentos a consumidores até a definição de nova regra sobre cortes de geração

Ao se observar o salto projetado no consumo de energia elétrica dos data centers, torna-se evidente que o país só conseguirá atrair e sustentar essa nova onda de investimentos se a base hidrelétrica for reconhecida como alicerce de previsibilidade energética. O atendimento contínuo e de alta confiabilidade requerido por essas instalações, que não podem sofrer interrupções, variações bruscas ou oscilações de frequência, exige uma matriz com forte presença de fontes estáveis, robustas e capazes de compensar a intermitência das demais renováveis.

- Sem regra de garantia física, Aneel vê risco no leilão de capacidade de 2026

A Aneel enviou ofício ao Ministério de Minas e Energia solicitando urgência na emissão de uma nova diretriz sobre a alocação da garantia física de usinas hidrelétricas outorgadas sob o regime de cotas. O pedido tem como foco as ampliações hidrelétricas que pretendem participar do leilão de reserva de capacidade de 2026, previsto para 18 de março.

- CMSE: ONS apresenta projeções de afluências e armazenamentos  e indica conjunto de medidas operativas na ocorrência de um período úmido desfavorável

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresentou, no dia 14 de janeiro, os resultados das condições de atendimento eletroenergético até o fim de junho de 2026, em reunião ordinária do CMSE. Visando a preservação dos estoques de água, o ONS recomendou a manutenção da operação com defluências minimizadas na bacia do rio Paraná, e o início de tratativas para implementação da redução destas defluências mínimas a serem implementadas após o período da Piracema, a depender da evolução das condições hidrológicas do sistema.

- Empresas podem mobilizar US$ 1,3 trilhão por ano para acelerar transição climática aponta WBA

As empresas mais influentes do mundo têm potencial para mobilizar cerca de US$ 1,3 trilhão por ano para a transição climática sem depender de avanços tecnológicos adicionais. Segundo relatório da World Benchmarking Alliance (WBA), até 30% da lacuna anual de investimentos em energia limpa necessária até 2030 poderia ser fechada caso as companhias elevassem seus aportes para níveis já observados no mercado, aproximando a economia global de uma trajetória alinhada ao limite de aquecimento de 1,5°C do planeta. O estudo avaliou 2 mil das empresas mais influentes do mundo.

- Demanda em alta por minerais críticos reforça gargalos, indica estudo

Os veículos eletrificados responderão por até 45% do consumo global de minerais críticos e terras raras até 2050 e por mais de 80% da expansão da demanda por substâncias como lítio, cobalto e níquel. O avanço ocorre em um contexto em que a oferta mineral primária tende a se tornar insuficiente, ao mesmo tempo em que a China concentra a capacidade industrial de produção desses veículos e o processamento dos minerais. A combinação desses fatores amplia o risco de gargalos de oferta, pressões inflacionárias e disputas geopolíticas, conforme análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

- Aneel prevê crescimento de 91 GW na Matriz elétrica brasileira em 2026

A Aneel prevê um aumento de 9.142 MW na potência instalada no Brasil em 2026. A estimativa supera em 23,4% o resultado obtido em 2025, quando 136 usinas entraram em operação comercial. No ano passado, foram instaladas 63 centrais solares fotovoltaicas (2,8 GW), 15 termelétricas (2,5 GW) e 43 eólicas (1,8 GW), entre outras usinas. Quanto à distribuição geográfica, as novas usinas foram instaladas em 17 estados, com destaque para o Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais.

- BBCE movimenta R$ 88,8 bilhões em 2025 e registra maior volume financeiro de sua história

O Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia (BBCE) encerrou 2025 com o maior volume financeiro anual já registrado em sua história, ao movimentar R$ 88,8 bilhões em negociações de energia elétrica. Segundo o órgão, o resultado foi impulsionado por preços mais elevados do MWh e por um ambiente de forte volatilidade ao longo do ano, que elevou o valor médio dos contratos negociados no mercado. No acumulado do ano, o montante financeiro cresceu 0,4% em relação a 2024 e quase triplicou frente a 2023, com alta de 199,3%.

Fonte:  ELECTRA CLIPPING – ED. 02/26, DE 23/01/2026

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Sinal de preço é um debate que já deveria ter avançado

26/1/2026

Marcos Madureira
Presidente da ABRADEE

A proposta da ANEEL para a ampliação da tarifa branca recoloca no centro do debate a necessidade de modernizar a estrutura tarifária do setor elétrico brasileiro.

Trata-se de uma discussão relevante, mas que chega com atraso diante das mudanças pelas quais o sistema já passou.

O sinal de preço é um instrumento básico de eficiência. Não faz sentido atribuir o mesmo valor à energia em momentos de sobra e em horários de maior escassez. A complexidade do sistema aumentou, o setor evoluiu, o perfil de consumo mudou, mas a estrutura tarifária não acompanhou esse ritmo.

Esse atraso fica ainda mais evidente quando se observa a expansão da geração distribuída. Desde o início, era necessário discutir a relação entre a GD e o sinal de preço. A ausência dessa sinalização gera um desequilíbrio e dificulta a alocação mais justa dos encargos do sistema.

Modernizar a tarifa de luz dá mais transparência na formação dos preços e cria condições para escolhas mais conscientes e para incentivar o uso mais eficiente da energia.

O avanço na sinalização tarifária é um passo importante para a sustentabilidade do setor elétrico no longo prazo

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FRASE DA SEMANA

26/1/2026

“Talvez a morte não seja uma tragédia, talvez tragédia é não viver enquanto se estar vivo.”

Autor desconhecido.

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ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica

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