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Electrical Sector

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Investimentos em Energia e Segurança Jurídica

13/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Antonio Araújo da Silva

Resumo das Notícias de Hoje

5/1/2026

Dia 05 de janeiro de 2026, segunda-feira

Hoje o nosso resumo está com as últimas notícias publicadas entre 30 e 31 de dezembro, mas amanhã retornarmos ao nosso resumo diário.

- CP SOBRE O RESSARCIMENTO DO CURTAILMENT (política)

O Ministério de Minas e Energia abriu Consulta Pública no 210 para discutir as regras para ressarcimento do curtailment. O período de contribuições é de 15 dias. A expectativa do governo é de que até o final de janeiro tenha a publicação da Portaria com os termos finais do acordo com os geradores. A medida segue o rito já estabelecido pela Lei 15.269/2025, resultado da MP 1304.

Leia mais na notícia “Ressarcimento do curtailment entra em consulta pública”:

https://bit.ly/49ChGM6

- RESERVATÓRIOS E CARGA EM JANEIRO (geração)

Os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste devem terminar janeiro com 52%. De acordo com dados do Programa Mensal da Operação, divulgados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico nesta terça-feira, 30 de dezembro, o maior volume de armazenamento deve ficar na região Sul, com 75,3%. Já o Nordeste pode chegar a 53,2%, enquanto o submercado Norte aparece com 60,1% no término do mês.

Continue a leitura em “Reservatórios do SE/CO devem terminar janeiro com 52%”:

https://bit.ly/3YX58sA

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

KPMG: Rentabilidade do setor elétrico diminuiu em 2024: https://bit.ly/4pjV3kb

EPE: Consumo de energia fica estável em novembro: https://bit.ly/4qIQDEN

Mudanças climáticas elevam picos de demanda e pressionam planejamento, diz EPE: https://bit.ly/4qBhbYn

Alubar consolida liderança ao atingir 500 mil toneladas de cabos liga 1120 e acelerar expansão: https://bit.ly/3LwLaBV

Fonte: CanalEnergia

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FRASE DA SEMANA

5/1/2026

“A simplicidade é o último grau da sofisticação.”

Autor: Leonardo a Vinci

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Resumo das Notícias de Hoje

30/12/2025

Dia 10 de dezembro de 2025, terça-feira

- Orçamento da CDE pode chegar a R$ 53 bi em 2026

Valor representa um impacto tarifário de 0,71% para os consumidores ativos em baixa tensão das regões Norte e Nordeste.

- Modernização de tarifas horárias entra em Consulta Pública

Contribuições serão aceitas até 9 de março de 2026. Aneel também deverá realizar workshops sobre Tarifa Branca no ano que vem.

- Quotas de custeio e de energia do Proinfa diminuem 15% para 2026

Montante total do custeio foi homologado em R$ 5,23 bilhões pela Aneel.

- Critérios para cálculo do Uso de Bem Público entram em consulta

Proposta em debate busca atualizar metodologia que irá definir UBP a ser repactuado e que traz impacto nos processos tarifários.

- Regras para conexão de carregadores viram tema de CP da Aneel

Agência quer tornar o processo de conexão alinhado com aumento do uso de veículos elétricos no país.

- Janeiro de 2026 será a data oficial de interligação de Roraima

Linhão Manaus-Boa Vista, que integrou o estado ao restante do país, entrou em operação comercial em setembro desse ano.

Fonte: CanalEnergia

Dia 11 de dezembro de 2025, quarta-feira

- Estúdio CanalEnergia: Luiz Barroso avalia Lei 15.269 como positiva, na média

Entre os pontos positivos, ele cita a abertura de mercado livre que deverá ser feita com responsabilidade e garantia da sustentabilidade do setor. No lado negativo está a extensão do carvão, mas que poderia ser pior do que veio.

- Brasil pode ter dois artigos conflitantes na lei 15.269 caso veto caia

Congresso Nacional não poderá definir novas datas ou retirar artigo que foi sancionado pela Presidência da República na lei de ressarcimentos ás renováveis.

- Arcelor Mitral conclui complexo solar em MG e alerta para curtailment na autoprodução

Empreendimento construído em parceria com Atlas Renewable Energy teve investimentos de R$ 815 milhões e ficou pronto 90 dias antes do previsto.

- Fonte solar deve crescer 7% menos em 2026, indica Absolar

Fonte solar deve cair para a instalação de 10,6 GW em novos projetos e investimentos devem recuar 27%, para R$ 31,8 bilhões.

- Indicadores de desempenho do programa de performance do ONS serão aprimorados

Ciclo 2026-2028 terá 13 indicadores e informações sobre curtailment entrarão em nova resolução.

- Regras para comercialização 2026 são aprovadas pela Aneel

Vigência inicia em janeiro do ano que vem.”

Fonte: CanalEnergia

Dia 12 de dezembro de 2025, sexta-feira

- Abertura do mercado deverá levar à consolidação de comercializadoras

Segundo Wilson Ferreira Jr, em entrevista no Estúdio CanalEnergia.

- Alupar prevê R$ 9,1 bi em projetos na América Latina até 2029

Novo ciclo conta com três projetos no Brasil e oito em outros países da região, enquanto companhia avalia novas possibilidades de M&As após compra da Rialma.

- Aneel coloca novamente a Enel SP no radar de monitoramento

Agência reguladora enviou ofício questionando a aplicação do plano de emergência para recomposição da energia aos clientes afetados por ventos causados por ciclone extratropical.

- Aneel aprova bandeira verde para janeiro de 2026

Adoção reflete cenário de segurança energética, sem acionamento intensivo de termelétricas apesar de período chuvoso abaixo da média.

- P&D da Aneel foi responsável pela instalação de 216 eletropostos no país

A iniciativa lançada em 2018 teve 25 propostas concluídas, com R$ 271 milhões aplicados.

- Aneel recomenda prorrogação de concessões da Cosern, Coelba e Energisa MT

Decisão sobre o processo da Enel CE foi adiado para o ano que vem, após pedido de vistas na reunião última terça-feira, 9.

- ABGD rebate críticas da Anace sobre efeitos da GD

Entidade afirma que resultados foram obtidos a partir de evidências técnicas, econômicas e elétricas analisadas pelas MRTS/4intelligence, e que a GD reduz perdas técnicas em praticamente todos os cenários reais de rede.

Fonte: CanalEnergia

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Brasil liderou o clima e enfrentou suas contradições

23/12/2025

- O ano de 2025 consolidou o Brasil como protagonista da agenda climática global, ao sediar a COP30 em Belém, dez anos após o Acordo de Paris. O país atraiu atenção internacional ao liderar propostas sobre florestas, bioeconomia e fim dos combustíveis fósseis, mas também enfrentou críticas por contradições internas, como a liberação de petróleo na Margem Equatorial e o recuo do Congresso em políticas ambientais.

Com a saída dos EUA do Acordo de Paris e o avanço das tensões globais entre China e EUA, o Brasil emergiu como liderança climática relevante. A COP30 reforçou o papel das florestas tropicais, da bioeconomia e da ciência na transição energética. No entanto, os conflitos entre política ambiental e interesses econômicos internos destacaram os limites do protagonismo brasileiro — e o desafio de implementar compromissos assumidos.

- COP30 aprovou o “Pacote Belém”, com 29 documentos e foco em implementação e participação científica.

- Brasil lançou roteiro duplo para zerar o desmatamento e os combustíveis fósseis, mas fora do texto final.

- Plano Clima foi aprovado em dezembro, com meta de redução de até 67% das emissões até 2030.

- Restauração de ecossistemas cresceu 158%, e país ampliou destaque em biodiversidade e bioeconomia.

- Mercado de carbono foi estruturado, com nova secretaria e projetos como o Ecoinvest em leilão.

- Fundo Amazônia bateu recorde com R$ 2 bi aprovados no ano.

- Eventos extremos custaram R$ 730 bilhões e alertaram para urgência da adaptação.

- Exploração de petróleo e licenciamento ambiental geraram tensões e críticas de ONGs.

- Leilões de baterias e data centers sustentáveis foram adiados

para 2026.

SAIBA MAIS

Fonte: Desperta | exame de 23/12/2025

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MODERNIZAÇÃO TARIFÁRIA

23/12/2025

Lindemberg Reis

Gerente de Planejamento e Inteligência de Mercado na ABRADEE | Regulação | Pesquisa & Inovação | Eficiência Energética | Transição energética | Sustentabilidade

Durante muito tempo, a tarifa de energia no Brasil foi pensada como um modelo único, aplicado da mesma forma a todos os consumidores. Mas e se a energia pudesse seguir o mesmo caminho de outros serviços de infraestrutura?

E se, assim como acontece com os planos de telefonia, fosse possível escolher a tarifa mais adequada ao estilo de vida, ao padrão de consumo e à demanda de cada usuário?

Essa reflexão orientou minha contribuição no Seminário de Mobilidade Elétrica da ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica, onde participei dos debates e representei o Instituto ABRADEE no painel dedicado à agenda de modernização tarifária.

No âmbito das frentes de pesquisa que conduzimos nos sandboxes tarifários, buscamos entender como esses modelos podem operar no Brasil.

Hoje, estão em teste diferentes estruturas: tarifas horárias com configurações distintas, parcelas fixas mensais, componentes de demanda, pré-pagamento, tarifas específicas para usuários de veículos elétricos e modalidades de fatura fixa, que ampliam a previsibilidade para o consumidor.

Na prática, esses experimentos mostram que tarifa não é apenas preço. É sinalização, escolha e experiência do usuário de energia. No caso da mobilidade elétrica, por exemplo, o comportamento mais comum é conectar o veículo à tomada assim que se chega em casa.

O que começa a se desenhar é um setor em que o usuário deixa de ser apenas quem paga a conta e passa a ter mais autonomia sobre como, quando e quanto consome energia. Modernizar tarifas é, acima de tudo, aproximar o setor elétrico da realidade das pessoas.

Agradeço à ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica pelo convite, ao Leandro Caixeta pela moderação do debate e aos colegas Flávia Liz, Ricardo Rosa e Andre Foster pelas contribuições ao painel.

Fonte: Linkedin

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ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica

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