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Setor Elétrico

Veja aqui as informações e notícias mais recentes sobre o setor elétrico. A curadoria do conteúdo é feita por nossos especialistas, considerando a importância do tema para o mercado.

Investimentos em Energia e Segurança Jurídica

13/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Antonio Araújo da Silva

OUTRAS INFORMAÇÕES

5/9/2024

- Terminar ou desistir de Angra 3 tem custo similar, diz BNDES

“Abandonar a obra da central custaria R$ 21 bilhões, finalizar a construção da usina termonuclear chegaria a um valor próximo a 23 bilhões”.

- Aneel abre consulta para regulamentar antecipação de recebíveis da Eletrobras

“Operação negociada pela CCEE prevê a aplicação de cota extra da CDE como garantia contra eventual inadimplência da empresa”.

- Chint Power cresce no Brasil e aposta no mercado de armazenamento

“Companhia investiu R$ 5 milhões em um galpão de 1.400 metros que serve como um servisse center”.

Fonte: Canal Energia

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DECISÃO DO TCU SOBRE REPACTUAÇÃO DE USINAS (geração)

5/9/2024

“O Tribunal da Contas da União decidiu arquivar representação da Unidade de Auditoria Especializada em Energia Elétrica e Nuclear (AudElétrica), que apontava irregularidades na decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica de manter o montante do risco hidrológico repactuado pelas hidrelétricas Teles Pires, Jirau e Santo Antônio, mesmo após a descontratação de parte dessa energia no ambiente regulado.

Para os ministros, não foi constatada ilegalidade no despacho da agência reguladora que manteve o volume repactuado. O acórdão aprovado nesta quarta-feira, 4 de setembro, também destaca o princípio da segurança jurídica e da vedação à retroatividade.”

Fonte: Canal Energia

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ENFRENTAMENTO DA CRISE HÍDRICA (geração)

5/9/2024

“O plenário do Tribunal de Contas da União determinou a realização imediata de um levantamento pela área técnica das ações que estão sendo tomadas pelo governo, a Agência Nacional de Energia Elétrica e o Operador Nacional do Sistema para fazer frente à crise provocada pela forte estiagem que atinge várias partes do pais. A proposta apresentada pelo ministro Benjamin Zymler foi aprovada por unanimidade nesta quarta-feira, 4 de setembro.”

Fonte: Canal Energia

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AMAZONAS ENERGIA

4/9/2024

“A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou a abertura de consulta pública para discutir as condições da transferência do controle societário da Amazonas Energia, prevista na Medida Provisória 1.232/2024 como alternativa à extinção da concessão. O processo avalia o plano de alienação das ações detidas pela Oliveira Energia para a Futura Venture Capital Participações Ltda. e o fundo de investimentos FIP Milão, que pertencem ao Grupo J&F, assim como as flexibilizações regulatórias associadas ao processo e previstas na MP.

As contribuições serão recebidas pela Aneel no período de dez dias, de 4 a 13 de setembro.

O plano de transferência da Amazonas sugere custo de R$ 16 bi para a CCC. Aneel abre CP sobre conversão de contratos da Amazonas Energia”

Fonte: Canal Energia

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Matéria: A quem interessa descarbonizar a matriz elétrica brasileira?

5/9/2024

Seção ECONOMIA & NEGÓCIOS

O ESTADO DE SÃO PAULO – 17/08/2024

ARTIGO

Adriano Pires

Diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE)

“Já faz algum tempo que me faço a seguinte pergunta: a quem interessa descarbonizar mais ainda a matriz elétrica brasileira? Por que me faço essa pergunta? Porque a matriz elétrica brasileira tem na sua composição 85% de energia renovável. Portanto, o Brasil é o único país que já fez a transição energética na sua matriz elétrica. Então qual seria a explicação para essa verdadeira cruzada, conhecida como a corrida do ouro, de que é preciso ainda mais descarbonizar a matriz elétrica brasileira.

Várias pistas. Mas talvez a principal seja o que eu chamo de neocolonialismo energético que estamos vivendo no Brasil. O neocolonialismo energético fica bem claro quando observamos as estratégias adotadas para viabilizar o crescimento da geração, principalmente da energia solar e agora o hidrogênio.

Vamos aos fatos. No caso do solar se vende a ideia de que o consumidor teria a oportunidade de gerar a sua própria energia de forma mais barata e que isso também levaria a um aumento de empregos e um maior desenvolvimento econômico e social, em particular, da região Nordeste. Na realidade, a geração solar não gera empregos no Brasil, e sim na China, de onde vêm as placas solares, e só é mais barata devido aos subsídios sem fim dados pelo Congresso Nacional, o que acabou por criar o modelo Robin Hood às avessas no qual o pobre subsidia o rico. Também, não aumenta a arrecadação dos Estados que geram com a solar, na medida em que o ICMS é recolhido no Estado que consome a energia a energia e não no que a produz. Ou seja, o crescimento sem qualquer planejamento beneficia os geradores e a China duplamente com a venda das placas e a geração de emprego naquele país.

No caso do hidrogênio o neocolonialismo energético é maior ainda, pelo fato de que a ideia é produzir no Brasil com o consumidor brasileiro subsidiando e exportar para a Europa. Mais uma vez, o grande beneficiário são os vendedores de equipamento e os consumidores de energia da Europa.

Por fim e não menos, essa cruzada infundada de descarbonização, que exige investimentos em linhas de transmissão para levar a energia solar e a eólica do Nordeste para o Sudeste, fez com que o custo da transmissão crescesse quatro vezes, ou seja, 300% nos últimos dez anos, muito acima do crescimento da carga do sistema elétrico. Este custo de transmissão vai aumentar sete vezes, ou seja, 600% até 2027 em função dos leilões de transmissão já realizados pelo governo. Mais uma anomalia que explica o fato de termos energia barata e tarifa das mais caras do mundo para o consumidor cativo.

A quem interessa mesmo descarbonizar ainda mais a matriz elétrica brasileira? Certamente os beneficiários não são a dona Maria e o seu José.”

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Credenciada na Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL para trabalhos de apoio ao órgão regulador

ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica

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