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Setor Elétrico

Veja aqui as informações e notícias mais recentes sobre o setor elétrico. A curadoria do conteúdo é feita por nossos especialistas, considerando a importância do tema para o mercado.

Investimentos em Energia e Segurança Jurídica

13/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Antonio Araújo da Silva

Distorções nos preços põem em risco a abertura do mercado É fato que os atuais modelos não mais representam a realidade operativa e comercial do sistema eletroenergético brasileiro

9/4/2026

José Antonio Sorge | Sócio da Ágora Energia

Este artigo procura tecer considerações relevantes sobre distorções observadas no atual processo de formação de preços no setor elétrico brasileiro, conduzido majoritariamente pelo Operador Nacional do Sistema – ONS e a Câmara de Comercialização de Energia – CCEE, com diretrizes emanadas pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico – CMSE, onde estas instituições têm assento privilegiado para apresentar estudos e opiniões sobre o assunto.

Importante observar que as considerações a seguir também se inspiraram em informações e opiniões públicas de vários agentes e associações do setor, que estão sensíveis de forma negativa às atuais condições de formação de preços no setor.

Primeiramente vamos a um breve histórico sobre este processo no Brasil, resumido a seguir em alguns temas que mais influenciaram a formação de preços no setor elétrico:

Os modelos utilizados (NEWAVE, DECOMP, DESSEM) foram concebidos, diga-se com muita competência, e robustez pelos seus criadores, na fase final do século XX, quando a matriz elétrica apresentava mais de 90% de capacidade instalada de origem hidrelétrica Por este motivo, tais modelos utilizam cenários e incertezas hidrológicas para representar o sistema eletroenergético e para o cálculo dos preços (atualmente a energia hidrelétrica corresponde a cerca de 45% da capacidade instalada, segundo o ONS) A partir de 2013 foram incorporados aos modelos, os mecanismos de aversão ao risco, em especial a consideração do Valor Condicionado ao Risco (CVaR) que se manifesta através de pares de parâmetros (α,λ), os quais definem o nível de aversão ao risco do sistema, influenciando diretamente o custo total de operação e o preço da energia Enquanto o parâmetro Alfa (α) define a porcentagem dos cenários hidrológicos mais críticos a serem considerados no cálculo dos preços, o parâmetro Lambda (λ) define o peso dado a esses cenários críticos Até dezembro de 2024 os parâmetros eram (25,35), e a partir de janeiro de 2025 foram adotados os parâmetros (15,40), que aumentaram o nível de aversão ao risco. Estão abertas duas Consultas Externas pelo CT PMOPLD que tem o objetivo de discutir qual o nível de aversão ao risco que será adotado a partir de janeiro 2027, após deliberação do CMSE.

É evidente que quanto maior o nível de aversão ao risco, maior a segurança, mas maiores são os custos de operação do sistema.

Portanto, é imprescindível que haja foco nos custos associados ao nível de aversão de riscos dos modelos, qualquer que seja o par adotado.

O relatório da extinta CPA MP, publicado em 2024, sugeriu a adoção do par (15,40) e concluiu, naquele momento, que este par foi mais eficiente nas simulações, e poderiam fazer alcançar maiores níveis de armazenamento ao final do período seco em cerca de 2,1% a 2,5%. E assim foi feito.

Mas… e os custos incorridos com maior despacho termelétrico e aumento no custo da operação, valeram ter sido gastos, para se ganhar 2,5% no nível dos reservatórios? Qual o custo/benefício desta alternativa?

Meu entendimento pessoal, é que a prática operativa e o comportamento dos preços calculados pelos modelos com este par (15,40), mostraram que pode ter sido exagerado sua adoção neste biênio 2025-2026.

É fato que os atuais modelos não mais representam a realidade operativa e comercial do sistema eletroenergético brasileiro.

Se foram concebidos para operar um sistema com mais de 90% de usinas hidrelétricas como podem funcionar adequadamente com os atuais 45% (fonte ONS) hídricos na matriz elétrica? Perplexo, o mercado assiste diariamente às distorções que já seriam esperadas pela defasagem dos modelos com a nova matriz elétrica, mas estão ocorrendo em dimensões acima das previstas.

Enumero algumas a seguir.

Preço semanal calculado pelo DECOMP, nos estudos e revisões do Programa Mensal de Operação do ONS tem indicado valores invariavelmente superiores a R$ 100/MWh, em relação ao modelo DESSEM, que está mais próximo da realidade operativa. É certo que as premissas do modelo DECOMP são diferentes das do DESSEM, mas a diferença de tempo é muito pequena para se aceitar como normal tal distorção de preços entre estes modelos.

O DESSEM não reflete adequadamente a operação em tempo real, apesar de ser simulado com apenas um dia de antecedência.

Previsões de carga do DECOMP estão elevadas quando se compara ao tempo real. Qual a razão de tanto conservadorismo nestas projeções, que contribuem para as distorções observadas? Previsões de geração eólica estão defasadas em relação à capacidade operativa das usinas. Isso tem feito que o preço fique maior, até em momentos de corte de geração.

Outros fatos observados com grande surpresa, neste biênio 2025-2026, que demonstram incríveis distorções e insegurança nos preços: (a) uma usina (Canastra) de apenas 40 MW de capacidade instalada quando inserida no modelo provocou grande aumento de preços. Como assim? Aumenta a oferta e o preço aumenta? O ONS sabiamente não inclui tal Usina na entrada de dados dos modelos; (b) usina representada em duplicidade erroneamente (no caso Santa Cruz), quando corrigida para representar a usina individualizada corretamente, fez o preço diminuir. Como assim restringe a oferta e o preço diminui?

Diferença entre o número de iterações necessárias para convergência dos modelos, passaram a provocar enormes alterações de preços entre os modelos.

Citando caso concreto, neste período úmido do Sudeste/CO, estas diferenças têm provocado alterações maiores que 20% no valor do CMO e PLD. A incerteza com este fato endógeno aos modelos, reconhecida pelo ONS e CCEE conforme Consulta Externa no. 2 do CT PMOPLD, deveria ser motivo para fixar a convergência em 50 iterações nos modelos NEWAVE e DECOMP, já a partir do PMO de abril 2026, indubitavelmente;

Com a aproximação do final do período úmido no Submercado Sudeste/CO observa-se níveis de reservatório que, se não estão cheios, apresentam 65% na energia armazenada, enquanto o Norte e Nordeste apresentam volumes próximos a 90%.

Mesmo assim o PLD publicado pela CCEE se mantém no patamar superior a R$ 300/MWh em pleno período de chuvas.

Adotar parâmetros mais rígidos de aversão ao risco, acima do necessário, com maior peso em cenários de crise, os quais têm baixa probabilidade de ocorrência, traz para o presente aumento artificial de preços baseados nestes cenários futuros, com alta incerteza, distorce preços e afeta a segurança do mercado e dos investimentos. Não nos parece ser a melhor opção, dado o custo/benefício bastante controverso e o ganho de segurança bastante modesto.

A realidade é que hoje os modelos de formação de preços perderam totalmente a credibilidade.

A Abraceel tem destacado, publicamente, informações que o setor de comercialização sofre a maior crise dos últimos 20 anos. Certamente muito em função da inadequabilidade dos modelos ao momento atual e aos parâmetros de aversão ao risco adotados.

A liquidez do mercado foi dramaticamente reduzida, pois grandes geradores têm preferido a liquidação de sua energia disponível na CCEE, e não mais a ofertam majoritariamente aos demais agentes, impondo crise artificial ao mercado.

O resultado é que a imprevisibilidade do comportamento dos preços associado às distorções e insegurança proporcionadas pelos fatos acima citados, podem levar a retração de investimentos e à penalização dos consumidores.

A abertura de mercado para 2028 está seriamente em risco, consumidores não terão segurança para optar por migrar ao mercado livre, caso esta situação persista.

Espero que o ONS e a CCEE estejam sensíveis a esta realidade do mercado, e avaliem com critério as sugestões dos agentes nas Consultas Externas em andamento, como um passo inicial de se repensar se vale mesmo manter o parâmetro de aversão ao risco em (15,40) para 2027, diante das atuais e graves distorções de mercado.

Em paralelo, a Consulta Pública n° 218 do MME propõe diretrizes para a adoção da contabilização dupla no Mercado de Curto Prazo e para a transição para ofertas de quantidade de energia elétrica no processo de formação de preços, que poderá ser um caminho para reformar de forma estrutural o atual processo.

*Jose Antonio Sorge é sócio da comercializadora ÁGORA ENERGIA

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Resumo das Notícias de Hoje

9/4/2026

Dia 09 de abril de 2026, quinta-feira

- ENEL SP (distribuição)

O ministro Alexandre Silveira admitiu nesta quarta-feira ,8 de abril, que pode haver uma saída negociada para a Enel São Paulo. A Aneel aprovou a abertura do processo de caducidade do contrato da distribuidora. Segundo o ministro, caso a agência reguladora justifique e decida pelo pior cenário, o governo irá seguir o rito necessário.

> Continue a leitura na notícia “Silveira admite que pode haver saída negociada para Enel”: https://bit.ly/4dxw36U

- LICENÇA DE CANDIOTA III (geração)

A possibilidade de renovação da licença de operação da termelétrica Candiota III pode criar uma nova disputa judicial entre ambientalistas e o Grupo J&F. O empreendimento a carvão de 350 MW tem uma dívida em aberto de R$ 125 milhões em multas por pelo menos 12 infrações ambientais. Os dados são do Instituto Arayara.

> Saiba mais em “Licença de Candiota III pode ampliar disputa judicial entre ambientalistas e J&F”: https://bit.ly/4slN73k

- CONTA DE LUZ (consumidor)

As variações nas tarifas de energia elétrica devem gerar um impacto de aproximadamente 40 pontos-base (0,40 ponto percentual) na inflação oficial do país (IPCA) em 2026. A projeção é da TR Soluções. O cálculo reflete os efeitos diretos dos reposicionamentos tarifários das distribuidoras sobre as contas dos consumidores.

> Leia mais em “Aumento da conta de luz deve impactar inflação em 0,4 p.p. em 2026”: https://bit.ly/48CUDjk

- EVENTOS (CanalEnergia)

ENASE | O Futuro da Energia - Reformas e Eleições Moldando o Setor Elétrico

17 e 18 de junho/2026

Hotel Windsor Oceânico – RJ

www.enase.com.br

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Diretor da ANP destaca LRCAP e integração dos setores de gás e elétrico: https://bit.ly/3QbsXvz

Para Pietro Mendes, formato do certame viabiliza a cadeia e a contratação do gás natural e o integra ao setor elétrico.

Aneel revê sorteio e mantém Mosna com relatoria do LRCAP: https://bit.ly/47Roc0p

Em nova distribuição, a agência limitou a declaração de suspeição  do diretor à instrução dos pedidos da empresa dos irmãos Batista. Willamy Frota continua com recursos da J&F.

Itaipu recebe 15 propostas para projetos que somam R$ 100 mi: https://bit.ly/4sgeg7P

Projetos recebidos pela geradora binacional passarão por análise e resultado será divulgado até final de abril.

Fonte: CanalEnergia

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RELATÓRIO ANUAL 2025 DA CPFL ENERGIA

9/4/2026

Gustavo Estrella | CEO da CPFL Energia

Divulgamos hoje o Relatório Anual 2025 da CPFL Energia, que apresenta como contribuímos para o desenvolvimento econômico, para a geração de valor compartilhado com a sociedade e para o avanço rumo a uma economia de baixo carbono.
Tivemos marcos que nos enchem de orgulho, e destaco dois especialmente relevantes para a nossa evolução como companhia. O primeiro foi alcançarmos um portfólio de energia 100% renovável. O segundo foi a vitória no Leilão de Transmissão – Lote 3, que amplia nossa presença no Sul do país e reforça uma convicção essencial: não há transição energética sem uma rede de transmissão robusta.
Nossa estratégia de descarbonização também foi validada pela Science Based Targets initiative (SBTi), e conquistamos a classificação Double A List do CDP, a nota máxima em duas frentes ambientais avaliadas.
Avançamos ainda no nosso compromisso com a sociedade. Anunciamos uma nova fase do Programa CPFL nos Hospitais, com previsão de mais de R$ 120 milhões em investimentos até 2028. Além disso, destinamos mais de R$ 55 milhões a projetos sociais nas regiões onde atuamos, por meio do Instituto CPFL.
Com orgulho pelo caminho construído até aqui, seguimos investindo de forma consistente, integrando sustentabilidade, estratégia e transformação.
Este relatório é resultado da dedicação e do esforço conjunto do nosso time. Convido todos a conferirem na íntegra os resultados e conquistas de 2025: https://lnkd.in/d5WSnubG 

Fonte: CPFL Energia | Linkedin

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FRAGMENTOS EXTRAÍDOS DA NEWSLETTER OSE – O SETOR ELÉTRICO DE 08/04/2026

8/4/2026

FASCÍCULOS

- O setor elétrico na era da IA: eficiência, segurança e novos paradigmas

Capítulo 2: Engenharia Sistêmica : Smart Grid, a espinha dorsal do futuro do setor elétrico brasileiro

Em The Systems View of Life, Fritjof Capra argumenta que sistemas complexos não podem ser compreendidos pela soma de suas partes, mas pelas relações que as conectam. A estabilidade, em sistemas vivos, não decorre da rigidez estrutural, mas da capacidade adaptativa da rede. A resiliência emerge da qualidade das conexões e da circulação de informação. Essa leitura não é apenas filosófica. Ela é profundamente técnica, quando aplicada a infraestruturas críticas.

Assinado por Leo Almeida, com participação de Rodrigo Regis

Clique aqui e saiba mais sobre

- Data centers: a fronteira do setor elétrico

Capítulo 2: Arquiteturas HVDC 800 VDC para Data Centers de Alta Densidade e AI Factories 

A evolução recente das aplicações de inteligência artificial (IA) e de computação de alto desempenho (HPC) vem impulsionando um crescimento significativo da densidade de potência em data centers. Esse cenário pressiona as topologias tradicionais de distribuição elétrica, tipicamente baseadas em corrente alternada (AC) e em múltiplas etapas de conversão até níveis de baixa tensão.

Assinado por Alexandre Kontoyanis

Clique aqui e saiba mais sobre

COLUNAS

- Inovação e Equidade no Setor Elétrico

Coragem, Estratégia e Poder de Transformação: Mulheres que Brilham na Energia

Participei em Brasília, nos dias 3 e 4 de março, do Movimente. Promovido pelo Sebrae, o encontro reuniu lideranças femininas de diferentes setores para discutir empreendedorismo, inovação e desenvolvimento. A proposta do evento é ambiciosa e necessária: posicionar o Brasil entre os melhores lugares do mundo para uma mulher empreender.

Aline Cristiane Pan

Saiba mais

- Conexão Regulatória

Transparência e Simetria de Informação nas Redes de Distribuição

A modernização do acesso às redes de distribuição no Brasil deixou de ser uma pauta estritamente técnica para se tornar um imperativo de mercado e vetor da implementação da nossa transição energética. No centro desta transformação está o protagonismo do consumidor (o prossumidor) e a necessidade de transparência de informações, elemento vital para que a abertura do mercado livre para a baixa tensão e a integração massiva de recursos energéticos distribuídos ocorra de forma eficiente.

Frederico Boschin

Saiba mais

- Redes Subterrâneas em Foco

Depois do enterramento, o que sustenta a resiliência?

Na edição anterior desta coluna, tratei da resiliência na distribuição de energia a partir de um ponto que ganhou força no debate regulatório recente no Brasil: o marco regulatório aprovado pela ANEEL em outubro de 2025, que reconhece explicitamente a necessidade de preparar os sistemas elétricos para eventos climáticos extremos e para tempos de recuperação compatíveis com a dependência atual da sociedade.

Daniel Bento

Saiba mais

- Iluminação Pública

Cidades Inteligentes : Em qual estágio estamos, normas e iniciativas no Brasil

Em 2026, falar de cidades inteligentes no Brasil deixou de ser “futurista” e passou a ser, cada vez mais, um tema de gestão urbana e de infraestrutura crítica nas cidades. Ao mesmo tempo, ainda convivemos com uma realidade de projetos isolados, em que soluções modernas coexistem sem integração, criando “ilhas” tecnológicas que não geram inteligência integrada para os municípios.

Luciano Rosito

Saiba mais

- Quadros e painéis

Substituição do SF₆ em Cubículos de até 24 kV: Desafios Técnicos, Alternativas Tecnológicas e Critérios de Especificação

A substituição do hexafluoreto de enxofre (SF₆) em cubículos de média tensão até 24kV tornou-se uma prioridade técnica e ambiental no setor elétrico. Embora o SF₆ apresente excelentes propriedades dielétricas e de extinção de arco e seja para mim, umas das melhores soluções da engenharia elétrica de todos os tempos, seu elevado Potencial de Aquecimento Global (GWP ≈ 23.500) impulsiona fabricantes e usuários a adotarem tecnologias alternativas.

Nunziante Graziano

Saiba mais

Fonte: NEWSLETTER OSE – O SETOR ELÉTRICO DE 08/04/2026

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Resumo das Notícias de Hoje

8/4/2026

Dia 08 de abril de 2026, quarta-feira

- ENEL SP (distribuição)

A diretoria da Aneel aprovou por unanimidade a abertura de processo que pode levar à recomendação de caducidade da concessão da Enel São Paulo. A decisão tomada nesta terça-feira, 7 de abril, afasta de imediato a análise do pedido de renovação antecipada pela agência. O contrato de concessão da empresa expira em junho de 2028.

> Saiba mais na notícia “Aneel aprova abertura do processo de caducidade da Enel SP”: https://bit.ly/4ciqdUR

> Sobre o mesmo assunto, leia também “Transferência de controle pode ser alternativa para a Enel SP, diz Feitosa”: https://bit.ly/4tzcwaO

- RECURSOS DO UBP (distribuição)

A Aneel voltou a adiar a decisão sobre o rateio de recursos da repactuação de parcelas vincendas do pagamento pelo Uso do Bem Público. A proposta apresentada pela diretora Agnes da Costa na reunião desta terça feira, 7 de abril, prevê a distribuição do valor repactuado olhando no primeiro momento as distribuidoras com as maiores tarifas. O repasse final, porém, vai conjugar esse resultado com a necessidade de olhar também para os consumidores que terão aumentos tarifários maiores esse ano.

> Leia mais em “Decisão sobre divisão de recursos do UBP para aliviar tarifas é adiada”: https://bit.ly/4bXfSi3

- ‘DIA DO PERDÃO’ (geração)

A Agência Nacional de Energia Elétrica pretende abrir novo prazo para que projetos de geração inviáveis desistam da transmissão. Essa medida é mais conhecida como Dia do Perdão. A ideia é abrir uma consulta pública com prazo de 15 dias para discutir a revogação. Dados da agência apontam que há 9,5 GW nessa condição.

> Continue a leitura na matéria “Aneel avalia novo ‘dia do perdão’ que pode chegar a 9,5 GW”: https://bit.ly/4ty9gwv

- EVENTOS (CanalEnergia)

ENASE | O Futuro da Energia - Reformas e Eleições Moldando o Setor Elétrico

7 e 18 de junho/2026

Hotel Windsor Oceânico – RJ

www.enase.com.br

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Pacto Energia inaugura sistema de bateria em Coronel Vivida: https://bit.ly/4spSoHo

Diretrizes do CNPE criam as bases para eólica offshore no Brasil: https://bit.ly/4tA4oHe

Fonte: Canal Energia

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Credenciada na Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL para trabalhos de apoio ao órgão regulador

ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica

Soluções no Setor Elétrico

Nossa expertise no Setor Elétrico é resultado de diversos projetos executados por nossos profissionais em empresas de Geração, Transmissão, Distribuição e Comercialização.

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