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Setor Elétrico

Veja aqui as informações e notícias mais recentes sobre o setor elétrico. A curadoria do conteúdo é feita por nossos especialistas, considerando a importância do tema para o mercado.

Investimentos em Energia e Segurança Jurídica

13/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Antonio Araújo da Silva

Confira as consultas públicas terminando nos próximos dias

11/11/2025

Data final: 16/11/2025

Consulta Pública n° 200 de 17/10/2025

Proposta de metas de aproveitamento energético de óleos e gorduras residuais (OGR) na produção de biodiesel, combustíveis sustentáveis de aviação (SAF) e diesel verde.

Data final: 17/11/2025

Consulta 031/2025

Obter subsídios para o aprimoramento da proposta para as Regras de Comercialização de Energia Elétrica, versão 2026, considerando-se a minuta de Resolução Normativa, disposta no Anexo I, o Descritivo de Alterações, as minutas das novas versões dos módulos enviados pela CCEE, dispostos nos Anexos II a XX, todos da Nota Técnica nº 151/2025-SGM/ ANEEL, de 6 de outubro de 2025.

Consulta Pública n° 196 de 02/09/2025

Consulta Pública sobre a regulamentação da abertura do mercado de energia elétrica para os consumidores atendidos por tensão inferior a 2,3 kV e das regras de exercício do Supridor de Última Instância (SUI).

Fonte: CanalEnergia

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ESG: de diferencial competitivo a obrigação regulatória e mercadológica

11/11/2025

O ESG evoluiu rapidamente de um conceito voluntário para uma exigência formal e estratégica. Hoje, empresas que ignoram suas diretrizes enfrentam não apenas críticas sociais, mas também sanções legais, exclusão de carteiras de investimento e perda de valor de mercado.

A agenda ambiental, social e de governança passou a integrar diretamente as decisões de financiamento, contratação e consumo — e não mais como um bônus, mas como pré-requisito.

No plano normativo, o ESG já figura como obrigação concreta. No Brasil, a Lei nº 13.303/2016 (Lei das Estatais) impõe práticas de governança para empresas públicas e sociedades de economia mista, exigindo transparência, controles internos e ética na gestão.

A Resolução CVM nº 193/2023 também avançou nesse sentido ao exigir que companhias abertas divulguem informações ESG nos moldes internacionais estabelecidos pelo ISSB, promovendo alinhamento global e integridade nos relatórios corporativos.

No cenário internacional, as Diretrizes da OCDE para Empresas Multinacionais orientam práticas responsáveis em áreas como meio ambiente, direitos humanos e integridade corporativa. Já a União Europeia exige, por meio da CSRD (Corporate Sustainability Reporting Directive), que grandes empresas publiquem relatórios periódicos com dados ambientais, sociais e de impacto sobre suas atividades.

Essas exigências têm reflexos concretos no dia a dia empresarial. Licenciamento ambiental, controle de emissões, descarte de resíduos, programas anticorrupção, auditoria interna e relatórios de sustentabilidade são hoje parte integrante do planejamento e da operação de qualquer empresa que pretenda manter credibilidade, captar recursos e se posicionar de forma competitiva.

Ignorar essas diretrizes implica riscos legais, financeiros e reputacionais. Empresas que negligenciam práticas ESG tendem a enfrentar barreiras na obtenção de crédito, na formação de parcerias e no acesso a investidores institucionais. Nesse contexto, o ESG funciona como um escudo contra crises e um passaporte para mercados mais exigentes e sustentáveis.

ESG como critério de permanência no mercado

Mais do que cumprir normas, as organizações estão sendo julgadas diariamente pelo mercado. Investidores priorizam empresas que adotam boas práticas ESG, pois elas tendem a ser mais resilientes, éticas e lucrativas no longo prazo. Fundos sustentáveis já superam os tradicionais em volume e rentabilidade em diversos mercados — reflexo da demanda por negócios com menor exposição a riscos sociais, ambientais e regulatórios.

Essa transformação é impulsionada por um novo perfil de consumidor, que valoriza empresas alinhadas com seus valores. Atualmente, o comportamento do público influencia diretamente o desempenho de marcas. Responsabilidade ambiental, diversidade, transparência e engajamento social passaram a ser critérios reais de decisão de compra.

Dessa forma, o ESG deixou de ser diferencial e passou a ser condição mínima para relevância e continuidade. Empresas que o integram à cultura organizacional ganham vantagem competitiva: atraem talentos, fidelizam clientes e se posicionam como protagonistas na transição para uma economia de baixo carbono e maior justiça social.

Benefícios para empresas

Investir na formação especializada de colaboradores agrega de muitas maneiras e resulta em benefícios, incluindo:

  • Melhoria na gestão de riscos e na tomada de decisões estratégicas;
  • Aumento da eficiência operacional e redução de custos;
  • Fortalecimento da imagem institucional e atração de investidores;
  • Maior engajamento dos stakeholders e vantagem competitiva no mercado.

A capacitação contínua é, portanto, um diferencial estratégico que contribui para a sustentabilidade e o sucesso a longo prazo das organizações.

Fonte: IDP NEWS # 27 de 10/11/202

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O que é ESG e qual é a sua importância atualmente?

11/11/2025

ESG é a sigla para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança). Representa um conjunto de práticas que avaliam o comprometimento de empresas com a sustentabilidade em suas operações e políticas. Mais do que uma tendência, o ESG tornou-se um critério essencial para investidores, consumidores e órgãos reguladores.

  • Ambiental: o pilar ambiental avalia como a empresa lida com os impactos que causa no meio ambiente. Isso inclui ações para combater o aquecimento global, reduzir emissões, controlar a poluição, gerir resíduos e promover o uso consciente de recursos naturais.
  • Social: o aspecto social foca na forma como a empresa se relaciona com colaboradores, clientes, comunidades e demais partes interessadas. Envolve práticas de inclusão, respeito aos direitos humanos, segurança no trabalho, diversidade e responsabilidade social.
  • Governança: a governança trata da maneira como a empresa é administrada. Inclui transparência, ética, prestação de contas, estrutura de decisão, controles internos e conformidade com leis e normas. Uma boa governança reduz riscos e fortalece a confiança dos stakeholders.

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Resumo das Notícias de Hoje

10/11/2025

Dia 10 de novembro de 2025, segunda-feira

- MP 1304  (política)

A Agência Nacional de Energia Elétrica calcula que a MP 1304 demandará alterações em cerca de 40 regras. Segundo o diretor Gentil Nogueira de Sá, não será necessária a abertura de um processo para cada um desses pontos. É possível aglutinar determinados itens, contudo, a previsão é de concorrência de tempo na agência. Essa é a conclusão de uma avaliação preliminar da agência, ainda dependerá de como será convertido em lei o texto da MP aprovado no Congresso Nacional na semana passada.

> Saiba mais na notícia “Aneel mapeia 40 alterações a serem feitas com a MP 1304”: https://bit.ly/3LTu0y0

- TARIFA BRANCA  (distribuição)

Uma nota técnica divulgada pela Aneel nesta quinta-feira (06/11) sugere a aplicação automática da Tarifa Branca. Essa medida valeria para consumidores em baixa tensão com consumo mensal igual ou superior a 1 MWh. A proposta pretende incluir na modalidade tarifária a 2,5 milhões de unidades industriais, comerciais, rurais e residenciais até o fim de 2026. Para 2027, a meta é alcançar mais 2,5 milhões de unidades consumidoras com carga mensal igual ou superior a 600 kWh.

> Continue a leitura na matéria “NT da Aneel sugere aplicação automática da tarifa branca a consumidores”: https://bit.ly/4qORft8

- PL DE MINERAIS CRÍTICOS  (política)

O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania – SP) deve apresentar na próxima semana ao colégio de líderes da Câmara dos Deputados uma proposta do que envolve o PL 2780/2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. Jardim participou de painel no ‘Pre COP 30 Global Summit’, realizado nesta sexta-feira, 07 de novembro, no Rio de Janeiro (RJ). De acordo com ele, a Câmara decidiu dar total prioridade ao tema, que ganha cada vez mais relevância por conta da transição energética e da digitalização. Jardim é o relator do PL.

> Leia mais em “Conteúdo do PL de minerais críticos deverá ser apresentado a líderes na semana que vem”:”

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Abradee elogia discussão pela Aneel de regras para corte de geração: https://bit.ly/4nRq26C

Distribuidoras pedem que a agência aprove procedimentos para a eventual desconexão de geração distribuída a pedido do ONS, para evitar contestações.

Alupar mantem disposição para leilões de LTs na AL e Brasil: https://bit.ly/47PJx9B

No terceiro trimestre do ano, companhia viu entrada em operações de projeto na Colômbia, de linhão Manaus – Boa Vista e obteve vitória em Leilão no Peru.

EDP investirá apenas em redes no Brasil nos próximos anos: https://bit.ly/43jfNAz

Brasil continua a ser um destino importante de recursos da empresa. Contudo, conjuntura macroeconômica não coloca o país como uma geografia ótima para investimentos.”

Fonte: CanalEnergia

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FRAGMENTOS EXTRAÍDOS DO ELECTRA ENERGY/CLIPPING Ed. 22/2025 de 07/11/2025

10/11/2025

- Em movimento histórico, Congresso Nacional aprova abertura do mercado para todos os brasileiros

A MP 1.304, que foi aprovada pelo Congresso Nacional, contém dispositivo que promove a abertura completa do mercado de energia elétrica para todos os consumidores brasileiros em até 36 meses. “É um momento histórico para o consumidor e para a economia, pois o mercado livre de energia vai se refletir em contas de eletricidade mais baratas e diversidade de produtos, que resultam em mais eficiência, tanto no setor elétrico como em toda a economia”, resume Rodrigo Ferreira, Presidente-Executivo da Abraceel. A medida aborda também outros aspectos importantes para o setor, incluindo comandos para a regulamentação do Supridor de Última Instância (SUI) e para estabelecer um teto para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

- Electra apoia geradores na sazonalização para 2026

A Electra Energia realiza no dia 18 de novembro o Encontro Electra para Geradores: cenários e sazonalização de garantia física em 2026. O evento online tem como objetivo apoiar empresas na definição de estratégias de sazonalização, com análises sobre PLD, GSF e o cenário regulatório. A programação conta com participações de Franklin Miguel, Adriana Baratto, Laura Just e Gabriel Apoena, abordando tendências e perspectivas para o setor elétrico.

- Governadores do NE lançam iniciativa para transformar região em hub global de energia verde

Governadores que integram o Consórcio Nordeste lançaram, em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS), o Fórum Interinstitucional de Powershoring, uma iniciativa que visa fortalecer a governança para fomentar a atração de indústrias de baixo carbono na região. O fórum tem cinco eixos estratégicos: infraestrutura logística; indústrias estratégicas e atração de investimentos; cadeia de valor, agricultura local e política industrial verde; financiamento e mecanismos econômicos; e capacitação e empregos verdes. A iniciativa visa promover a articulação entre governos estaduais para alinhar as políticas públicas e com o governo federal para questões regulatórias e de investimentos.

- Contratos de energia passam a ser negociados pelo valor líquido a partir de 2027

A BBCE incluiu em seu novo contrato padrão a lógica de negociação líquida que passará a valer com a reforma tributária. A mudança, que já vale para contratos com vencimento a partir de 2027, antecipa o modelo em que os tributos deixarão de ser cobrados nas transações intermediárias e passarão a incidir apenas quando a energia for efetivamente consumida.

- Biometano ganha impulso da indústria

A BBCE incluiu em seu novo contrato padrão a lógica de negociação líquida que passará a valer com a reforma tributária. A mudança, que já vale para contratos com vencimento a partir de 2027, antecipa o modelo em que os tributos deixarão de ser cobrados nas transações intermediárias e passarão a incidir apenas quando a energia for efetivamente consumida.

- MP do setor elétrico injetará R$ 68 bilhões em hidrelétricas de pequeno porte, diz estudo

A aprovação da Medida Provisória 1304 vai injetar R$ 68 bilhões na construção e operação de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Os dados constam de um estudo da consultoria Thymos Energia que estimou o impacto da medida em obras e na indústria de equipamentos que abastece essas hidrelétricas de pequeno porte, ramo representado pela Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel). A MP prevê para os próximos anos a contratação de 4,9 gigawatts de PCHs.

- Diretor-geral da Aneel avalia que ressarcimentos por corte de geração aumentarão tarifa de energia

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, disse que o ressarcimento às geradoras por cortes de geração, aprovado pelo Congresso Nacional na semana passada, tem potencial de aumentar a tarifa de energia. Ele afirmou que, se solicitada, a agência reguladora vai apresentar os cálculos de impactos ao governo, mas ressaltou que a decisão sobre eventuais vetos cabe ao Executivo. Pela regra, as usinas terão direito a ser indenizadas por todos os cortes de geração, exceto os desligamentos associados à sobreoferta de energia renovável.

- CP discute mudanças em monitoramento para reduzir riscos no mercado livre

A Aneel abriu consulta pública para discutir um conjunto de ajustes no Monitoramento Prudencial dos agentes do mercado livre, com foco em reduzir riscos de inadimplência e aperfeiçoar os mecanismos de supervisão financeira da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). As mudanças fazem parte da proposta de consolidação da regra definitiva, após o período sombra iniciado em 2023, quando o sistema foi testado em ambiente simulado com 96,7% de adesão dos agentes. Entre os aprimoramentos propostos está a revisão do cálculo do Fator de Alavancagem.

- MP 1304 fortalece proteção aos consumidores, diz especialista

A MP 1304 traz importantes avanços na proteção aos consumidores de energia elétrica, segundo análise do sócio da área de energia e recursos naturais do escritório Demarest, Henrique Reis. Segundo o especialista, o texto aprovado reforça o direito à conscientização e informação clara sobre tarifas e contratos de energia. A medida também estabelece diretrizes para regulamentação do supridor de última instância, oferecendo maior segurança aos consumidores em situações emergenciais, além de ampliar a fiscalização da Aneel sobre práticas comerciais no mercado livre, proporcionando maior proteção contra abusos e irregularidades.

- Governo planeja novos leilões que podem gerar R$ 65,5 bi de investimentos em transmissão de energia

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Prado, afirmou que o governo federal prepara um pacote de projetos de transmissão de energia que pode gerar R$ 26,5 bilhões em investimentos em 2026 e cerca de R$ 40 bilhões adicionais em 2027, por meio de novos leilões. Os estudos estão sendo discutidos com o Ministério de Minas e Energia (MME) e fazem parte do planejamento para expandir a rede elétrica nacional. Mantido o ritmo, o país deve atingir recorde histórico em volume de investimentos contratados em transmissão até o fim de 2026.

- CCEE: Consumo de energia no Brasil recua 3.5% em setembro, mas sinaliza retomada com a chegada da primavera

A CCEE registrou um consumo médio de 68.953 megawatts médios no Brasil em setembro. O volume representa uma queda de 3,5% em relação ao mesmo período de 2024, reflexo das temperaturas mais amenas do fim do inverno. No mercado cativo, foi observada uma queda de 4,6%, enquanto no livre, de 2%.

- CCEE conclui a migração de mais de 18,3 ml consumidores ao mercado livre de energia em 2025

De janeiro a setembro, 18,3 mil novas unidades consumidoras migraram para o mercado livre, resultado praticamente estável em relação ao mesmo período de 2024, quando o setor apresentou o maior crescimento da sua história. Em setembro, a CCEE registrou a entrada de 1.429 novos consumidores para o segmento. O avanço reflete o amadurecimento do modelo e o benefício percebido pela sociedade, que passa a demandar um fornecimento de energia mais flexível, competitivo e personalizado.

Fonte: ELECTRA ENERGY/CLIPPING Ed. 22/2025 de 07/11/2025

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ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica

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