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Electrical Sector

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Investimentos em Energia e Segurança Jurídica

13/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Antonio Araújo da Silva

OUTRAS INFORMAÇÕES DE HOJE

19/11/2024

- “Enel levou cartão amarelo envermelhando”, diz Silveirahttps://bit.ly/3YYNofY

“Centralização excessiva na Itália dificulta respostas mais rápidas da empresa para contingências como as que aconteceram em São Paulo e governo espera resposta diplomática após reunião”.

- Privatização da Cemig ainda passará por trâmite legislativo, afirma Passanezihttps://bit.ly/4fyEdtI

“Executivo explicou que a transformação da Cemig em uma corporação depende tanto da aprovação da PEC quanto do PL”.

Fonte: Canal Energia

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ENEL QUER RENOVAR O CONTRATO DE DISTRIBUIÇÃO (distribuição)

19/11/2024

“O CEO do Grupo Enel, Flávio Cattaneo, afirmou nesta segunda-feira, 18 de novembro, que a empresa tem interesse em renovar a concessão da sua distribuidora em São Paulo. Ele fez a afirmação durante a apresentação a analistas de mercado no Capital Markets Day e transmitido via internet.

O executivo disse que entende que toda a discussão sobre a qualidade da energia veio em meio ao processo eleitoral para a prefeitura e que esse momento acirrou os ânimos. Ele destacou que a Enel quer manter a concessionária e o foco será o de aumentar os aportes e melhorar a resiliência da rede diante de eventos climáticos. Ele lembrou que esse é um assunto que também já foi visto em outros países, mais recentemente a Espanha.

> Continue a leitura na matéria “Enel quer renovar contrato de distribuidora em São Paulo”: https://bit.ly/40TnnkV

> Sobre a distribuidora, leia também “Enel investirá 43 bilhões de euros de 2025 a 2027”: https://bit.ly/4fAS3Mk

Fonte: Canal Energia

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MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE BRASIL E CHINA (política)

19/11/2024

“O Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou a assinatura de um Memorando de Entendimento que conta inicialmente com 16 empresas, universidades e centros de pesquisa do Brasil e China. O objetivo da Aliança para Inovação e Compartilhamento Tecnológico no Setor Elétrico é promover intercâmbio de informações e tecnologias que aprimorem o setor elétrico dos dois países. Um dos próximos passos é o envio de uma missão técnica de especialistas brasileiros à China, para analisar soluções de alta capacidade para transmissão de energia.

> Leia mais na notícia “G20: Brasil firma acordo com a China e se aproxima de países árabes”: https://bit.ly/3Zb1v3k

Fonte: Canal Energia

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GÁS NATURAL ARGENTINO NO BRASIL (política)

19/11/2024

“O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, falou nesta segunda-feira, 18 de novembro, durante coletiva na Cúpula do G20, que acontece no Rio de Janeiro, sobre a viabilização do gás natural argentino ao Brasil. Silveira citou a assinatura do Memorando de Entendimento (MoU) com o Ministro da Economia da Argentina, Luiz Caputo, que cria um grupo de trabalho bilateral para identificar as medidas necessárias para viabilizar a oferta de gás natural argentino, em destaque para o Gás de Vaca Muerta.

> Saiba mais na notícia “Brasil e Argentina assinam memorando para viabilizar gás de Vaca Muerta”: https://bit.ly/4fR15oc

Fonte: Canal Energia

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ARTIGO DE WAGNER FERREIRA

19/11/2024

“O armazenamento chegou e como ficaremos após a CP 176 MME?

Gosto de dar soluções para problemas do setor de energia. Sócio Caputo, Bastos e Serra Advogados. Advogado, árbitro e reconhecido como um dos 100 líderes mais influentes no setor.

Muito tem se discutido sobre novas soluções. Na minha concepção, o armazenamento de energia mais estruturante e integrado ao sistema elétrico chegará muito mais rápido do que se imagina. A tecnologia, a busca de eficiência e de novos espaços na transição energética formaram um ambiente próspero para acelerar processos e medidas.

Recentemente, o MME fechou a consulta pública n. 176 que busca consolidar as diretrizes para a realização do Leilão de Reserva de Capacidade na forma de potência, por meio de sistemas de armazenamento.

E nesse particular, ao ler algumas contribuições, proponho algumas reflexões.

Desafios e Oportunidades do Armazenamento de Energia: Viabilidade Econômica e Segurança Energética

O armazenamento de energia é uma ferramenta estratégica para garantir um fornecimento elétrico confiável e sustentável, especialmente diante da crescente inserção de fontes renováveis variáveis, como a solar e a eólica. Esses recursos são essenciais para assegurar a flexibilidade e a segurança do sistema, além de contribuir para a redução dos custos sistêmicos, trazendo benefícios diretos ao consumidor final. No entanto, a implementação de sistemas de armazenamento em larga escala enfrenta desafios, que vão desde questões regulatórias até o alto custo inicial de investimento.

Avanços na Viabilidade Econômica do Armazenamento de Energia

O custo de tecnologias como baterias de íons de lítio vem diminuindo consideravelmente, tornando o armazenamento mais acessível e economicamente viável. Com a possibilidade de gerar e armazenar energia em momentos de baixa demanda para uso nos picos, as concessionárias podem adiar investimentos em novas infraestruturas de transmissão e distribuição. Essa otimização reduz a necessidade de novas expansões da rede elétrica, o que se reflete em uma economia para o sistema como um todo.

Segurança Energética e Redução de Custos

O armazenamento de energia melhora a segurança energética, funcionando como um respaldo durante falhas ou interrupções. Ele garante maior estabilidade ao sistema, permitindo que a eletricidade seja distribuída conforme a demanda. Além disso, sistemas de armazenamento descentralizados, instalados em residências ou empresas, permitem que consumidores se tornem ativos na gestão de energia. Esse cenário é particularmente interessante em situações de emergência, contribuindo para um fornecimento mais resiliente e estável.

Ao otimizar a rede elétrica e reduzir picos de demanda, o armazenamento de energia ajuda a baixar os custos operacionais, refletindo em tarifas mais acessíveis para o consumidor. A utilização de baterias e outros sistemas descentralizados também possibilita uma resposta ágil à demanda, evitando a necessidade de tarifas mais elevadas durante os picos.

Modelos de Sistemas de Armazenamento

Existem duas principais configurações para os sistemas de armazenamento:

  1. Sistemas Autônomos - Conectados diretamente à rede elétrica, são ideais para operação flexível e próxima aos centros de consumo. No entanto, possuem custos de conexão e infraestrutura mais altos.
  2. Sistemas Integrados a Centrais de Geração - Acoplados a usinas de geração renovável, aproveitam a sinergia com as centrais geradoras, diminuindo custos de infraestrutura, mas com limitações na capacidade de transmissão compartilhada.

Estrutura de Incentivos e Regulação

O estabelecimento de diretrizes claras para a regulamentação do armazenamento de energia é essencial. Sugere-se que os sistemas autônomos sejam autorizados como geração independente, enquanto os sistemas integrados recebam licenciamento dentro das outorgas existentes. Além disso, uma regulamentação que permita o empilhamento de receitas, aproveitando diferentes fluxos de receita sem comprometer obrigações contratuais, é fundamental para a viabilidade econômica desses projetos.

A inclusão de sistemas de armazenamento no Regime Especial de Incentivo para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI) também é sugerida para aliviar a elevada carga tributária e tornar os projetos financeiramente viáveis. Esse incentivo poderia impulsionar o desenvolvimento de mais projetos de armazenamento no país, favorecendo uma rede mais robusta e menos custosa.

Adiciona-se, questões tributárias que podem ser equacionadas por serem bens de capital relevantes ao sistema.

Localização e Expansão da Capacidade de Armazenamento

A localização dos sistemas é uma questão estratégica, sendo recomendada a priorização de áreas próximas aos centros de consumo para melhorar a eficiência da rede. Em relação ao volume de armazenamento, uma proposta inicial de 2 GW, com capacidade de 8 GWh, foi sugerida para atender à demanda até 2028, acompanhando a expansão necessária para suportar o crescimento da demanda e da geração renovável.

Nesse ponto, é muito importante que a EPE intensifique sua análise para nortear uma expansão mais fidedigna com à necessidade do sistema sob a ótica da eficiência e segurança.

Perspectivas para a Redução de Custos e Tarifas

Com o avanço da tecnologia e a economia de escala, espera-se uma redução contínua nos custos do armazenamento de energia. Esse movimento é impulsionado tanto pela competição entre fabricantes quanto pelos incentivos à adoção em massa dessas tecnologias. O armazenamento possibilita uma gestão mais eficiente da rede, o que contribui para a redução dos custos operacionais e, consequentemente, das tarifas pagas pelo consumidor. A criação de programas de resposta à demanda, que incentivam o uso consciente de energia, pode ser outro mecanismo de economia.

Próximos passos

O armazenamento de energia representa uma oportunidade para otimizar o sistema elétrico e fortalecer a segurança energética, enquanto poderá promover tarifas mais acessíveis para o consumidor, se tivermos uma discussão focada no sistema elétrico. Com modelos de regulamentação e incentivo adequados, essa tecnologia poderá expandir-se e cumprir seu papel fundamental na transição energética e na modernização das redes elétricas.”

Wagner Ferreira é advogado, árbitro e sócio de Caputo Bastos e Serra.

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