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Investimentos em Energia e Segurança Jurídica

13/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Antonio Araújo da Silva

Segurança Jurídica e Investimentos em Energia: Análise do Marco Legal das Renováveis

12/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Evolução do Arcabouço Regulatório Brasileiro

A Lei 10.848/2004 estabeleceu as bases do atual modelo do setor elétrico brasileiro, criando os ambientes de contratação regulada e livre. Desde então, o marco legal passou por sucessivas atualizações que moldaram o ambiente de negócios atual. A Lei 14.120/2021, conhecida como novo marco legal da geração distribuída, trouxe previsibilidade para investimentos em sistemas fotovoltaicos até 2045.

O Decreto 10.710/2021 regulamentou a portabilidade de contratos no mercado livre, ampliando a liquidez e reduzindo o risco de concentração. Essa mudança permitiu que consumidores migrassem entre fornecedores com maior facilidade, estimulando a concorrência e a inovação comercial. O impacto foi imediato: o volume de portabilidades cresceu 340% entre 2021 e 2023.

A Resolução Normativa ANEEL 1.000/2021 consolidou regras para acesso ao sistema de distribuição, unificando procedimentos que antes variavam entre as 54 distribuidoras do país. A padronização reduziu o tempo médio de conexão de projetos de geração distribuída de 120 dias para 45 dias. Para desenvolvedores de projetos, isso significa previsibilidade no cronograma e redução de custos financeiros.

O marco legal das eólicas offshore, aprovado em 2022 através do Decreto 10.946, criou regras claras para exploração de áreas marinhas. O modelo adotado prevê leilões competitivos e estabelece contrapartidas ambientais e sociais. Atualmente, há 78 projetos em fase de licenciamento ambiental no IBAMA, totalizando 181 GW de capacidade potencial.

Contratos de Longo Prazo e Mitigação de Riscos

O Power Purchase Agreement (PPA) é o principal instrumento de mitigação de risco em projetos renováveis. Contratos com prazo de 15 a 20 anos garantem receita previsível, viabilizando o financiamento bancário. No Brasil, os PPAs seguem três modalidades principais: contratos no ACR via leilões, contratos bilaterais no ACL e contratos de autoconsumo.

Os leilões do ACR oferecem o menor risco de crédito, pois as distribuidoras atuam como contraparte com garantias do sistema. A taxa de inadimplência histórica é inferior a 0,3%. Em contrapartida, os preços praticados tendem a ser mais baixos devido à competitividade dos certames. O leilão A-4 de 2024 registrou preço médio de R$ 127/MWh para projetos eólicos.

Contratos bilaterais no ACL permitem negociação de condições comerciais customizadas. Grandes consumidores industriais buscam PPAs com cláusulas de flexibilidade de volume e indexadores que reflitam sua realidade operacional. A negociação direta exige análise jurídica cuidadosa de temas como force majeure, garantias de performance e mecanismos de ajuste de preço.

A estruturação financeira de projetos renováveis no Brasil utiliza majoritariamente project finance sem recurso ao patrocinador. Isso significa que o fluxo de caixa do projeto é a única garantia para os credores. Bancos de desenvolvimento como BNDES, BNB e BDMG oferecem linhas com taxas subsidiadas, mas exigem estruturas contratuais robustas e garantias reais.

Desafios Regulatórios e Contenciosos

A judicialização de temas regulatórios representa um dos principais riscos para investidores. Disputas sobre critérios de conexão, revisão tarifária e aplicação de penalidades podem arrastar-se por anos no judiciário. O caso das perdas não técnicas, que afetou distribuidoras entre 2018 e 2022, gerou insegurança e impactou a precificação de novos contratos.

A Resolução Normativa ANEEL 1.059/2023 alterou critérios de rateio de custos de transmissão para usinas renováveis conectadas à rede básica. A mudança pegou desenvolvedores de surpresa, pois projetos licitados sob regras anteriores viram seus custos aumentarem em até 8%. Ações judiciais questionam a aplicação retroativa, mas a indefinição permanece.

O processo de licenciamento ambiental ainda é apontado como gargalo. Projetos eólicos no Nordeste enfrentam prazos de 18 a 36 meses para obter licenças estaduais. A sobreposição de competências entre órgãos federais e estaduais gera insegurança. O Tribunal de Contas da União identificou que 23% dos projetos atrasam devido a exigências conflitantes de diferentes esferas.

A questão fundiária adiciona complexidade em regiões com estrutura de posse irregular. Parques eólicos no interior da Bahia e do Rio Grande do Norte enfrentaram contestações de comunidades tradicionais sobre direitos de uso da terra. A ausência de cadastro rural atualizado dificulta a due diligence e aumenta o risco de litígios.

Mecanismos de Proteção ao Investidor

Acordos bilaterais de investimento assinados pelo Brasil oferecem proteção adicional a investidores estrangeiros. O Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI) com países como Chile, Colômbia e México prevê arbitragem internacional em caso de expropriação ou tratamento discriminatório. Essa camada de proteção é valorizada por fundos de infraestrutura internacionais.

O regime de arbitragem doméstica ganhou força com a Lei 13.129/2015, que expandiu o uso de arbitragem para contratos com a administração pública. Contratos de concessão de transmissão agora incluem cláusulas arbitrais, reduzindo o tempo de solução de conflitos de 7 anos (via judicial) para 18 meses em média.

Seguros específicos para o setor energético evoluíram significativamente. Coberturas para risco político, atraso no cronograma de obras, underperformance de equipamentos e força maior estão disponíveis no mercado brasileiro. O custo varia entre 0,8% e 2,3% do CAPEX total, dependendo da tecnologia e da região do projeto.

Garantias corporativas e cartas de crédito stand-by são exigidas por agentes financiadores para mitigar risco de construção. Durante a fase de obras, o patrocinador mantém garantias equivalentes a 10% a 20% do valor total do projeto. Após a entrada em operação comercial, essas garantias são substituídas por penhor de recebíveis do PPA.

Perspectivas e Tendências Regulatórias

A modernização do marco legal caminha para incluir armazenamento de energia como ativo regulado. O projeto de lei em tramitação no Congresso prevê remuneração específica para sistemas de baterias que prestem serviços ancilares ao sistema. A regulamentação deve ser concluída até o segundo semestre de 2026, abrindo um mercado estimado em R$ 12 bilhões.

A integração regional de mercados elétricos na América do Sul avança com negociações entre Brasil, Argentina e Uruguai. O objetivo é criar um mercado comum que permita livre comércio de energia com regras harmonizadas. Para investidores, isso significa acesso a um mercado ampliado de 280 milhões de consumidores.

Hidrogênio verde desponta como nova fronteira regulatória. O Programa Nacional do Hidrogênio Verde, lançado em 2023, estabelece metas de produção e incentivos fiscais. Projetos piloto no Complexo do Pecém (CE) e em Suape (PE) testam modelos de negócio e arranjos contratuais. A expectativa é que o marco regulatório definitivo seja aprovado em 2026.

A digitalização da gestão regulatória ganha espaço com plataformas que centralizam informações sobre licenças, autorizações e outorgas. A ANEEL lançou o Sistema de Gestão de Outorgas (SGO) que permite acompanhamento online do status de processos. A transparência reduz assimetrias de informação e melhora o ambiente de negócios.

Impacto nos Modelos de Financiamento

Debêntures incentivadas (Lei 12.431/2011) tornaram-se o principal instrumento de captação para projetos de infraestrutura energética. A isenção fiscal para investidores pessoas físicas ampliou a base de capital disponível. Em 2024, foram captados R$ 18,4 bilhões via debêntures de infraestrutura para projetos renováveis, crescimento de 42% em relação a 2023.

Fundos de investimento em participações (FIP) especializados em energia renovável atraem capital institucional de fundos de pensão e seguradoras. A regulamentação da CVM permite estruturas com governança robusta e liquidez diferenciada. O retorno médio desses fundos ficou em 14,2% ao ano entre 2020 e 2024, acima do CDI.

Green bonds emitidos por empresas brasileiras do setor energético alcançaram US$ 4,7 bilhões em 2024. A certificação por padrões internacionais como Climate Bonds Initiative garante destinação dos recursos para projetos sustentáveis. Investidores ESG pagam prêmio menor, resultando em custo de capital 0,3 a 0,7 pontos percentuais abaixo de bonds convencionais.

Parcerias público-privadas (PPP) para projetos de transmissão associada a geração renovável estão em discussão. O modelo permitiria compartilhamento de riscos entre setor público e privado, viabilizando projetos em regiões remotas. A primeira PPP nesse formato deve ser leiloada em 2026 para atender o sistema isolado da Amazônia.

Fonte: Assuntos de Energia | NEWS – Edição de 06/02/2026

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Resumo das Notícias de Hoje

12/2/2026

Dia 12 de fevereiro de 2026, quinta-feira

- LRCAP (expansão)

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que irá reavaliar os parâmetros dos preços-teto do LRCAP 2026, marcado para o dia 18 de março. A decisão foi tomada após reação negativa do mercado. Segundo o ministro, os valores máximos divulgados não representam o preço final de contratação e podem ser ajustados para garantir competitividade e modicidade tarifária.

> Saiba mais na notícia “MME reavalia preços-teto do LRCAP após reação do mercado”:

- LEILÃO DE BATERIAS (expansão)

O leilão de baterias (BESS) deve ser realizado até junho deste ano, segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. O leilão tem data prevista para 30 de abril, atualmente. A iniciativa é vista pelo governo como essencial para a consolidação das energias renováveis no país e pode abrir espaço, ainda que de forma inicial, para políticas de conteúdo local e desenvolvimento tecnológico nacional.

> Continue a leitura em “Leilão de baterias deve ocorrer até junho, diz Silveira”: https://bit.ly/3OEbPhd

- TÉRMICAS DA BERTIN (geração)

A diretoria da Aneel confirmou nesta quarta-feira (11/02), em reunião extraordinária, a revogação das outorgas de seis usinas termelétricas do Grupo Bertin. A agência também manteve multas aplicadas à empresa pela não execução dos empreendimentos, assim como a rescisão dos contratos de comercialização de energia negociados no leilão A-5 de 2008.

> Leia mais na notícia “Aneel confirma revogação de outorgas de térmicas da Bertin”: https://bit.ly/4tyLdhG

- EVENTOS (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

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AGENDA SETORIAL

19 março/2026

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MEETUP | O futuro da matriz elétrica para além de 2030

Data: 26 de fevereiro

Local: Online via Teams

Horário: 10h

Inscrições: https://bit.ly/meetup-ce-fev26”

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

RTE terá impacto financeiro de R$ 400 mi nas tarifas da Equatorial PI: https://bit.ly/460JZSu

Mercado varejista de energia encerra 2025 com crescimento de 50%: https://bit.ly/3MFbla3

Aneel revisa norma sobre descentralização de atividades: https://bit.ly/4bRzzbn

Fonte: CanalEnergia

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PAUTA DO 2ª REUNIÃO PÚBLICA EXTRAORDINÁRIA DA DIRETORIA DE 2026

12/2/2026

13/02/2026

RELAÇÃO DOS ASSUNTOS RELATIVOS AOS AGENTES DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO.

1. Processo: 48500.032821/2025-67 Assunto: Aprovação do Edital do Leilão nº 2/2026-ANEEL (Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência de 2026 – LRCAP 2026 – UTEs a Gás Natural, Carvão Mineral e UHEs), destinado à contratação de Potência Elétrica, na modalidade disponibilidade, proveniente de empreendimentos de geração novos e existentes, consolidado após avaliação das contribuições apresentadas na Consulta Pública nº 35/2025. Área Responsável: Secretaria de Leilões - SEL.

Diretor(a)-Relator(a): Fernando Luiz Mosna Ferreira da Silva

2. Processo: 48500.032822/2025-10 Assunto: Aprovação do Edital do Leilão nº 3/2026-ANEEL (Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência de 2026 – LRCAP 2026 – UTEs a Óleo e Biodiesel), destinado à contratação de Potência Elétrica, na modalidade disponibilidade, proveniente de empreendimentos de geração existentes, consolidado após avaliação das contribuições apresentadas na Consulta Pública nº 36/2025. Área Responsável: Secretaria de Leilões - SEL.

Diretor(a)-Relator(a): Fernando Luiz Mosna Ferreira da Silva

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Resumo das Notícias de Hoje

11/2/2026

Dia 11 de fevereiro de 2026, quarta-feira

- EDITAIS DE LEILÕES DE POTÊNCIA (expansão)

A Aneel aprovou os editais dos leilões de reserva de capacidade (LRCAP) para contratação de potência de usinas térmicas e hidrelétricas. A versão final do documento proíbe a participação de empresas em recuperação judicial, o que exclui a Light Energia da disputa. Os leilões serão realizados de forma sequencial em 18 e 20 de março.

> Saiba mais na notícia “Aneel aprova editais de leilões de potência e exclui empresa em RJ”: https://bit.ly/4a8DOOA

- AXIA ENERGIA (negócios e empresas)

A Aneel determinou a captura para a modicidade tarifária de R$ 146 milhões em receitas de compartilhamento de infraestrutura entre transmissoras da Eletrobras (atual Axia Energia) e a Eletronet. O montante é relativo à parcela incontroversa do contrato, no período de julho de 2018 a junho de 2023. O valor final, no entanto, poderá ser bem maior.

> Leia mais em “Aneel aprova captura de R$146 mi da Axia para modicidade”: https://bit.ly/4aowY6q

- EVENTOS (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

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MEETUP | O futuro da matriz elétrica para além de 2030

Data: 26 de fevereiro

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Horário: 10h

Inscrições: https://bit.ly/meetup-ce-fev26”

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

N5X faz pedido a BC e CVM e dá largada em Clearing: https://bit.ly/4adyb1y

Plataforma será a primeira desse tipo e mitigará riscos. Expectativa é que operação tenha início em até 24 meses.

Agências rebaixam ratings da Raízen: https://bit.ly/3ZZApf0

Fitch, SEP e Moody’s cortam notas da companhia, que avalia alternativas para reforçar liquidez e capital.

Eneva capta R$ 2,4 bilhões com debêntures: https://bit.ly/4kDspdi

Empresa conclui bookbuilding da 14ª emissão, amplia oferta em 20% e define juros abaixo de 6,8% ao ano.

LSEG e BBCE lançam solução de dados para o mercado de energia: https://bit.ly/4qy10ea

Ferramenta permite analisar preços da energia e  apoiar decisões de investidores.

Fonte: CanalEnergia

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Resumo das Notícias de Hoje

10/2/2026

Dia 10 de fevereiro de 2026, terça-feira

- DEMANDA GLOBAL DE ENERGIA (expansão)

O relatório “Eletricidade 2026“, publicado pela Agência Internacional de Energia, aponta que a demanda global por energia elétrica deverá crescer mais de 3,5% ao ano, em média, durante o restante desta década, até 2030. A geração de eletricidade virá a partir de fontes renováveis, gás natural e energia nuclear.

> Continue a leitura na matéria “AIE: demanda global de energia deve crescer mais de 3,5% ao ano até 2030”: https://bit.ly/4chumtw

- PREÇO DA ENERGIA NA BBCE* (comercialização)

Os preços de energia operados na BBCE apresentaram forte elevação na última semana. De acordo com a plataforma, alguns ativos superaram a marca de R$ 400/MWh. Dentre as maiores altas estão os ativos mensais e trimestrais com entrega ao longo deste ano. O destaque é a energia com vencimento em março, que teve a maior alta (28,52%), dessa forma, fechou a semana a R$ 457,44/MWh. Além disso, este também foi o contrato mais líquido e o que movimentou o maior montante financeiro do período de 2 a 6 de fevereiro.

> Saiba mais na matéria “Preço de energia passa de R$ 450 por MWh na BBCE”: https://bit.ly/46iF13F

- EVENTOS  (CanalEnergia)

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18 março/2026

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MEETUP | O futuro da matriz elétrica para além de 2030

Data: 26 de fevereiro

Local: Online via Teams

Horário: 10h

Inscrições: https://bit.ly/meetup-ce-fev26”

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Moody’s reduz perspectiva da Enel Américas para negativa: https://bit.ly/3ZZxjYl

Perspectiva para Enel Americas caiu pelo andamento do processo de renovação de concessão da Enel SP que representa 25% do ebitda da companhia.

Total Energies fecha acordo com Google nos EUA: https://bit.ly/3MkCoHu

Total Energies fornecerá energia para Data Centers do Google por 15 anos a partir de dois projetos solares que começarão a ser construídos.

Axia Energia aprova emissão de até R$ 2 bilhões em debêntures: https://bit.ly/4rFfWYC

Captação da empresa poderá ser ampliada conforme a demanda e terá prazos de até 15 anos.

Equatorial cresce na distribuição no 4T25: https://bit.ly/4aFzztX

Apesar da alta do consumo de energia, perdas e cortes afetaram as renováveis.

Fonte: CanalEnergia

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ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica

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