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Investimentos em Energia e Segurança Jurídica

13/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Antonio Araújo da Silva

Consulta Pública nº 39/2025 da ANEEL: O que pode mudar no MCPSE e no controle patrimonial do setor elétrico

19/3/2026

Ivangleidson Aguiar da Cruz

Engenheiro Eletricista | Especialista em Gestão de Ativos | Especialista Regulatório de Setor Elétrico

11 de março de 2026

O controle patrimonial é um dos pilares da regulação econômica do setor elétrico brasileiro. Embora muitas vezes seja percebido apenas como uma obrigação contábil ou de cadastro técnico, ele desempenha um papel essencial na transparência dos investimentos realizados pelas concessionárias e na própria estrutura tarifária do setor.

Sempre que uma empresa do setor elétrico realiza investimentos seja na ampliação de redes, instalação de equipamentos ou modernização de instalações, esses ativos passam a compor a base de ativos das empresas na prestação do serviço público. Nesse contexto, surge uma questão fundamental para o regulador: como acompanhar, de forma padronizada, todos esses ativos distribuídos pelo sistema elétrico?

Para responder a essa necessidade, a ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica estabeleceu regras específicas para o controle patrimonial das concessionárias por meio do Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico (MCPSE), criando um modelo padronizado que permite registrar, classificar e monitorar os bens vinculados à prestação do serviço público de energia. Esse instrumento regulatório organiza a forma como os ativos são cadastrados e caracterizados pelas empresas do setor, permitindo maior transparência, rastreabilidade e consistência das informações utilizadas nos processos de fiscalização e acompanhamento regulatório.

O papel do MCPSE no controle patrimonial do setor

Com o objetivo de uniformizar os procedimentos de registro patrimonial das empresas do setor, a ANEEL instituiu o Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico (MCPSE), inicialmente por meio da Resolução Normativa nº 367, de 2009. Posteriormente, o manual passou por revisão e atualização, culminando na publicação da Resolução Normativa nº 674, de 2015, que permanece como a referência regulatória vigente.

O principal propósito desse instrumento regulatório é padronizar os procedimentos de controle patrimonial adotados pelas empresas do setor elétrico. A padronização permite que a ANEEL acompanhe os ativos utilizados na prestação do serviço, fiscalize investimentos realizados pelas concessionárias e avalie adequadamente os bens considerados reversíveis ao final das concessões.

Além disso, o manual fornece uma base estruturada para o cadastro patrimonial, definindo conceitos, terminologias e procedimentos técnicos que orientam o registro dos ativos pelas empresas reguladas.

Estrutura e funcionamento do manual

O MCPSE apresenta uma estrutura técnica detalhada que orienta o processo de registro e classificação dos ativos do setor elétrico. O manual estabelece regras de cadastro, terminologias padronizadas e instruções específicas para a identificação dos diversos tipos de equipamentos e instalações presentes no sistema elétrico.

Um dos elementos centrais desse processo é a utilização dos chamados Tipos de Unidade de Cadastro (TUC), que funcionam como categorias padronizadas para o registro dos ativos. Cada TUC possui atributos técnicos específicos que permitem caracterizar o equipamento com maior precisão, considerando aspectos como tensão, corrente, número de fases e outras características técnicas relevantes.

Essa estrutura permite que equipamentos semelhantes sejam registrados de maneira consistente entre diferentes empresas do setor, o que facilita processos de fiscalização, auditoria e análise regulatória.

Consulta Pública nº 39/2025: proposta de revisão do MCPSE

Diante da evolução tecnológica do setor elétrico e das dificuldades observadas na aplicação prática do manual, a ANEEL abriu a Consulta Pública nº 39/2025, vinculada ao processo nº 48500.906412/2019-67.

A iniciativa tem como objetivo coletar contribuições do mercado para a revisão da Resolução Normativa nº 674/2015 e, consequentemente, para a atualização do Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico.

A consulta foi conduzida na modalidade de intercâmbio de documentos, permitindo que agentes do setor, especialistas e demais interessados apresentassem sugestões e análises técnicas sobre possíveis melhorias no modelo atual de cadastro patrimonial. O prazo estabelecido para envio de contribuições foi até 4 de março de 2026.

Desafios regulatórios que motivaram a revisão

A abertura da consulta pública reflete desafios que vêm sendo observados ao longo dos últimos anos na aplicação do modelo atual de controle patrimonial.

Entre os principais pontos discutidos no setor está a complexidade do processo de cadastro dos ativos, especialmente em relação à caracterização técnica dos equipamentos e à definição de seus atributos. Em muitos casos, a ausência de simplificação no processo de cadastro acaba gerando dificuldades operacionais para as empresas responsáveis pelo registro patrimonial.

Outro fator relevante é o surgimento de novos equipamentos e tecnologias no setor elétrico que, em alguns casos, ainda não possuem classificação ou atributos adequadamente definidos dentro da estrutura do MCPSE. Essa lacuna regulatória pode gerar incertezas na forma de registro e classificação desses ativos.

Além disso, a própria dinâmica de atualização do manual tem sido apontada como um desafio, já que alterações regulatórias podem ter impactos relevantes nos processos de cadastro, avaliação patrimonial e fiscalização.

A importância da modernização do controle patrimonial

O controle patrimonial adequado é essencial para garantir a confiabilidade das informações utilizadas pelo regulador e pelas próprias empresas do setor. A precisão desses registros influencia diretamente processos relevantes, como a avaliação de ativos vinculados às concessões, a definição da base de remuneração regulatória e a análise de bens reversíveis.

Um modelo de cadastro patrimonial bem estruturado também contribui para maior eficiência na gestão dos ativos pelas concessionárias, além de facilitar processos de auditoria e fiscalização por parte da ANEEL.

Nesse sentido, a modernização do MCPSE pode representar um avanço importante para tornar o processo de registro patrimonial mais simples, mais claro e mais alinhado às transformações tecnológicas do setor elétrico.

Conclusão

A abertura da Consulta Pública nº 39/2025 sinaliza um movimento relevante da ANEEL no sentido de atualizar e aprimorar o modelo de controle patrimonial aplicado ao setor elétrico brasileiro.

Mais do que uma simples revisão normativa, a iniciativa representa uma oportunidade para discutir como o cadastro patrimonial pode evoluir para acompanhar a crescente complexidade dos ativos e das tecnologias presentes no sistema elétrico.

Ao promover esse debate com os agentes do setor, a Agência cria espaço para o aprimoramento de um instrumento regulatório fundamental para a transparência, a fiscalização e a eficiência da gestão dos ativos utilizados na prestação do serviço público de energia elétrica.

A atualização do MCPSE, portanto, não se limita a ajustes técnicos no manual, mas pode contribuir para fortalecer a governança regulatória e melhorar a qualidade das informações que sustentam decisões estratégicas em todo o setor elétrico.

Fonte: Linkedin

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O Guardião do Patrimônio - A Fatura Chegou: Como a Nova Taxação Exige um Arsenal Corporativo de Elite Para Salvar Seu Caixa

19/3/2026

A era dos lucros 100% isentos acabou. Com a nova mordida de 10% nos dividendos e o imposto mínimo sobre altas rendas, o "jeitinho" de misturar contas virou risco de ruína. Descubra o arsenal de estratégias que os grandes empresários estão usando para transferir e proteger seu dinheiro do jeito certo.

Durante anos, o Brasil foi um verdadeiro paraíso para a distribuição de lucros. O empresário pagava os impostos na operação da sua empresa (PJ) e transferia o dinheiro limpo, totalmente isento, para a sua conta na Pessoa Física (PF).

Mas a fatura finalmente chegou. Como seu Guardião do Patrimônio, meu dever é colocar as cartas na mesa: a nova legislação mudou radicalmente as regras do jogo. Acabou a isenção absoluta. Agora, enfrentamos uma tributação de 10% sobre os dividendos distribuídos acima de 50 mil reais por mês recebidos de uma única empresa, e para altas rendas globais um imposto mínimo uma alíquota progressiva de até 10% para rendas acima de 600 mil reais por ano.

Na prática, o "pedágio" para tirar o seu próprio dinheiro da empresa ficou muito mais caro. E é exatamente neste cenário de pressão fiscal que a tentação do amadorismo pode destruir o trabalho de uma vida inteira.

A Armadilha: O "Cartão Corporativo" e a Malha Fina

Com os dividendos tributados e a renda global na mira do novo imposto, a "estratégia" amadora número um adotada por muitos empresários é deixar o lucro retido no CNPJ e usar o cartão da empresa para pagar a vida pessoal: o condomínio, a fatura da esposa, o carro do filho ou a viagem de férias.

Se antes o Fisco já monitorava isso, agora, munido de inteligência artificial e cruzamento de dados (e-Financeira), ele será implacável. Quando a Receita Federal identifica o pagamento de despesas pessoais pela empresa, ela aplica o conceito de Distribuição Disfarçada de Lucros (DDL).

Para o auditor, aquilo não é um dividendo (que custaria 10%); é uma remuneração oculta, um pró-labore não declarado. O resultado é devastador: o Fisco cobra os 27,5% da tabela cheia do IRPF retroativo, soma a contribuição previdenciária (INSS) sonegada e aplica multas que chegam a 150%.

Fugir do novo imposto pelo caminho errado pode custar o seu patrimônio. Mas, felizmente, a engenharia tributária legal nos oferece caminhos estratégicos e eficientes. Veja as 6 estratégias de elite que estamos aplicando e o verdadeiro custo-benefício de cada uma:

1. A Holding de Participações (O "Cofre" Blindado)

A regra de ouro da nova tributação é: o imposto só machuca quando o dinheiro "encosta" na Pessoa Física. Portanto, a estratégia mais robusta hoje é evitar o saque para a PF. Em vez de distribuir os lucros direto para o seu CPF, criamos uma Holding (uma empresa "cofre") que será a dona das cotas da sua operação, recebendo os lucros de forma isenta (PJ para PJ) e servindo como veículo de investimentos.

  • O Custo (O Pedágio): É a estrutura com o maior custo de setup (largada). Exige honorários jurídicos especializados, taxas da Junta Comercial e, dependendo da estruturação, custos com ITBI. Além disso, exige uma contabilidade mensal formal.
  • O Benefício (O Prêmio): Infinito no longo prazo. Ao reter o dinheiro na Holding, você zera o impacto dos 10% sobre dividendos que pagaria na PF. Na sucessão, você economiza milhões evitando o inventário judicial dos bens alocados.
  • O Veredito: Alto custo inicial, mas benefício monumental e permanente. Obrigatório para quem tem excesso de caixa e acumula patrimônio.

2. Inclusão da Família: Diluindo a Base Tributável

A legislação permite a distribuição desproporcional de dividendos. Ao incluir herdeiros na sociedade e dividir o lucro entre vários CPFs, você foge das faixas mais altas do novo imposto progressivo sobre altas rendas.

  • O Custo e o Risco de Simulação: Exige a montagem de um Acordo de Sócios e o pagamento de impostos na entrada (como o ITCMD, na doação de cotas). O risco crítico aqui é fazer isso sem "Propósito Negocial". Dar cotas ao filho na segunda-feira e distribuir R$ 500 mil na terça é simulação. A família precisa ter participação justificada e documentada em conselhos para o Fisco aceitar a operação.
  • O Benefício (O Prêmio): Redução drástica da carga tributária anual da família como um todo, além de organizar a sucessão em vida.
  • O Veredito: Essencial. É a forma mais inteligente de jogar com a tabela progressiva a seu favor, desde que amparada por governança real.

3. Cotas Preferenciais Resgatáveis: O Retorno de Capital Inteligente

Uma das manobras mais sofisticadas da engenharia societária atual. A lógica é simples: em vez de distribuir lucro (tributado), a empresa "devolve" o capital investido pelo sócio. Como devolução de capital social não é renda, a operação é isenta de imposto.

  • O Custo e o Risco de Simulação: Alta complexidade jurídica para criar uma classe de cotas "resgatáveis" no contrato social. Aqui mora um perigo imenso de simulação: se você capitalizar os lucros isentos da empresa hoje e "resgatar" essas cotas no mês seguinte apenas para fugir dos 10% de dividendos, o Fisco autuará a operação como fraude. Exige lastro temporal (tempo de maturação) e racional econômico.
  • O Benefício (O Prêmio): Transferência de grandes volumes de caixa da PJ para a PF com 0% de imposto.
  • O Veredito: Nível de precisão cirúrgica. Não serve para pagar as contas do mês, mas é insuperável para planejamentos de longo prazo, gerando liquidez futura ao fundador de forma 100% limpa.

4. JCP (Juros sobre Capital Próprio): A Matemática a Seu Favor

A empresa paga ao sócio uma remuneração pelo capital investido, sendo tratada como despesa financeira.

  • O Custo (O Pedágio): Quando o dinheiro cai na PF, o governo retém IR na fonte (15%). Exige a contabilidade rigorosa e mais cara do regime de Lucro Real.
  • O Benefício (O Prêmio): A mágica acontece na PJ. Ao pagar o JCP, a empresa abate esse valor da base de cálculo do IRPJ e da CSLL. O ganho fiscal corporativo pode chegar a 34%.
  • O Veredito: É o clássico Ganha-Ganha. Você (PF) paga 15% na entrada, mas a sua Empresa (PJ) economiza até 34% na saída.

5. O Mútuo Societário: Dinheiro na PF Sem Pagar Dividendo

Se você precisar de grande quantia na PF (para comprar um imóvel), mas recusa-se a pagar a taxação sobre esse megadividendo, a empresa faz um empréstimo formal para você.

  • O Custo (O Pedágio): É obrigatório recolher o IOF na largada. Você terá que pagar juros (atrelados à Selic) para a sua própria empresa e exige um contrato jurídico impecável contra fraudes.
  • O Benefício (O Prêmio): Acesso à liquidez imediata. Você coloca milhões na PF de forma legal, sem acionar a tributação de dividendos nem as altas rendas.
  • O Veredito: Custo médio. Não acumula riqueza, mas é uma "ponte" tática formidável para necessidades de caixa rápido na PF, devolvendo o valor com o tempo.

6. Previdência Corporativa: O Caixa com "Carimbo" de Proteção

A Empresa (CNPJ) contrata um fundo de previdência (PGBL) em favor dos sócios. O dinheiro sai da empresa sem transitar pela sua conta corrente, fugindo da tributação imediata.

  • O Custo (O Pedágio): O dinheiro perde liquidez imediata. Se sacar no curto prazo, a mordida do Leão é punitiva (até 35%).
  • O Benefício (O Prêmio): Tríplice coroa: 1. Dedução fiscal na empresa (Lucro Real). 2. Diferimento na PF (não entra nas altas rendas e no futuro paga a menor alíquota do Brasil: 10%). 3. Eficiência Sucessória (vai para a família sem inventário e sem ITCMD).
  • O Veredito: Baixo custo de estruturação e altíssimo benefício. É a ferramenta mais barata e inteligente para o dinheiro focado no longo prazo.

A Conclusão: Escolha a Sua Batalha

O amadorismo no Brasil costumava sair de graça. Hoje, a conta chega pesada. A inércia tem um custo fixo: 10% de dividendos, e o imposto mínimo progressivo das altas rendas. Um pedágio que corrói o patrimônio da sua família ano após ano.

Implementar essas estratégias exige investimento em bons advogados, contadores e planejadores financeiros. Mas não se trata de uma despesa. Trata-se de construir um sistema de retenção de riqueza.

Você prefere pagar os honorários de quem protege o seu dinheiro uma única vez, ou pagar o dobro disso em impostos para o Estado todos os anos?

Fonte: Guia Invest Wealth, de 18/03/2025

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FRAGMENTOS EXTRAÍDOS DA REVISTA O SETOR ELÉTRICO – NEWSLETTER – Edição de 18/03/2026

18/3/2026

O setor elétrico na era da IA: eficiência, segurança e novos paradigmas

A transformação digital no setor elétrico brasileiro: evolução estrutural, paradigmas tecnológicos e a ascensão da inteligência artificial (2016-2026)

Sob a coordenação de Leo Almeida, Head of Sales, Energy & Industries do Google, este fascículo aborda como a inteligência artificial está impulsionando uma nova fase de transformação no setor elétrico, com impactos na geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia. Neste primeiro capítulo, escrito por Leo Almeida e Alexandre Faustino, engenheiro eletricista e executivo de Tecnologia da Informação com 23 anos de trajetória na Eletrobras (Axia Energia), o texto analisa a digitalização do setor elétrico brasileiro entre 2016 e 2026, destacando o papel das mudanças regulatórias, da expansão das redes inteligentes, da infraestrutura de dados e da aplicação de tecnologias como IoT, gêmeos digitais e análise avançada de dados.

Clique aqui e saiba mais sobre

Mulheres que inspiram: conheça histórias de quem transforma o setor elétrico e industrial

Ao longo das últimas décadas, as mulheres têm desempenhado trabalhos essenciais em setores de engenharia, indústria e tecnologia, áreas historicamente predominadas por homens. Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais 2022), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que apenas 20,9% dos empregos formais na indústria são ocupados por mulheres. Embora a presença feminina ainda seja menor em comparação à masculina, o número representa um avanço significativo em relação ao que se observava em tempos anteriores.

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Energia, ambiente & sociedade

Danilo de Souza

A sexta revolução energética dos sapiens: o domínio da eletricidade

Chegamos, assim, à sexta revolução energética dos Sapiens: o domínio da eletricidade. Diferentemente das revoluções anteriores, a eletricidade não se estabelece como uma fonte primária de energia, mas como uma forma singular de representar, converter e transportar energia. O papel histórico da eletricidade foi atuar como intermediária altamente eficiente entre diferentes fontes primárias e seus usos finais, reorganizando profundamente a forma como a energia é produzida, distribuída e utilizada.

Saiba mais

Fonte: REVISTA O SETOR ELÉTRICO – NEWSLETTER – Edição de 18/03/2026

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Super Quarta: o que esperar das decisões de juros no Brasil e nos EUA

18/3/2026

A Super Quarta acontece em meio a elevada incerteza global, impulsionada pela guerra no Oriente Médio e pela disparada do petróleo, que saiu de cerca de US$ 73 para próximo de US$ 100. No Brasil, o mercado, que esperava um corte de 0,50 p.p. na Selic, agora vê um cenário incerto, com projeções entre redução de 0,25 p.p. ou manutenção em 15%. A alta de cerca de 60% no Brent desde janeiro, somada ao reajuste do diesel pela Petrobras (+11,6%), reforçou as pressões inflacionárias. Nos EUA, o Fed deve manter os juros e pode adiar o início dos cortes.

O avanço do petróleo pressiona custos de energia, transporte e produção, elevando a inflação e dificultando a atuação dos bancos centrais. No Brasil, o impacto é mais sensível devido à forte influência dos combustíveis e do câmbio nos preços, o que aumenta a cautela sobre o início e o ritmo de cortes de juros.

O QUE ACONTECE AGORA:

  • Copom deve priorizar sinalizações sobre o início e ritmo dos cortes.
  • Possibilidade de corte menor ou manutenção da Selic.
  • Fed tende a adotar postura cautelosa e adiar flexibilização.
  • Petróleo e cenário geopolítico ganham peso nas decisões.
  • BC pode interromper cortes se a inflação seguir pressionada.

Fonte: Desperta | exame de 18/03/2026

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Resumo das Notícias de Hoje

18/3/2026

Dia 18 de março de 2026, quarta-feira

- EMISSÃO DE DEBÊNTURES PELA ELETRONUCLEAR (negócios e empresas)

A Diretoria da Aneel autorizou a Eletronuclear a emitir R$2,4 bilhões em debêntures conversíveis em ações. Os papéis terão prazo de vencimento de dez anos e serão obrigatoriamente adquiridos pela Axia Energia (antiga Eletrobras).

> Continue a leitura na notícia “Aneel autoriza emissão de debêntures pela Eletronuclear”: https://bit.ly/4dsKYiC

- LRCAP (expansão)

Um parecer elaborado pelo Tribunal de Contas da União sobre o Leilão de Reserva de Capacidade, indica fragilidades na metodologia dos preços-teto. Contudo, o TCU recomenda que o certame agendado para quarta-feira, 18 de março, seja realizado. Além disso, a Unidade de Auditoria Especializada AudElétrica recomendou que nenhuma medida fosse adotada antes da realização do leilão.

> Saiba mais em “TCU vê fragilidades no LRCAP, mas recomenda não adiar certame”: https://bit.ly/4rOiSSI

- TARIFAS (consumidor)

As tarifas reguladas devem subir em média 8% em 2026. Dessa forma ficam acima da inflação projetada para o IGP-M (3,1% ) e o IPCA (3,9%). A estimativa foi divulgada pela Aneel, na primeira edição do ano do Boletim Infotarifas.

> Leia mais na matéria “Aneel estima aumento médio das tarifas em 8% em 2026”: https://bit.ly/40GNlXB

- EVENTOS (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://workshoppsr.ctee.com.br/pt/home.html

AGENDA SETORIAL

19 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://www.agendasetorial.com.br/pt/home.html

Aproveite o DESCONTO EXCLUSIVO para assinantes!

WhatsApp Silmara - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511989155084

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MEETUP | Sistema em Crise: entre a Escassez Hídrica e aumento da Demanda de Energia

Foco da discussão

Data: 31 de março

Local: Online via Teams

Horário: 10h

Inscrições: https://events.teams.microsoft.com/event/4881bdc8-49cc-4518-9164-10a837a5b8ff@2567d566-604c-408a-8a60-55d0dc9d9d6b”

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

CanalEnergia Entrevista: Manuel Fernandes da KPMG fala do caminho para transição energética: https://bit.ly/4sMLGeX

Executivo da consultoria explica que o Brasil enfrenta gargalos significativos, especialmente na infraestrutura de transmissão e na modernização de rede elétrica.

GreenYellow implementa solução híbrida para mineradora no Mato Grosso: https://bit.ly/479vFYi

Projeto combina energia solar e baterias para cortar até 80% do uso de diesel, além de ajudar na descarbonização.

Governo lança Plano Clima com diretrizes para atuação até 2035: https://bit.ly/47CzHbM

Iniciativa traz um roteiro para cumprimento da meta voluntária do Brasil de redução das emissões de gases de efeito estufa.

Fonte: CanalEnergia

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Nossa expertise no Setor Elétrico é resultado de diversos projetos executados por nossos profissionais em empresas de Geração, Transmissão, Distribuição e Comercialização.

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