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Electrical Sector

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Investimentos em Energia e Segurança Jurídica

13/2/2026

O Brasil atraiu US$ 16,2 bilhões em investimentos para projetos de energia renovável em 2024, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance. Este volume coloca o país entre os cinco principais destinos globais de capital para o setor. Porém, a conversão de intenções de investimento em projetos operacionais ainda enfrenta obstáculos significativos relacionados à previsibilidade regulatória e à estabilidade jurídica dos contratos de longo prazo.

A segurança jurídica no setor energético vai além da simples existência de leis. Envolve a consistência na aplicação de normas, a proteção contra mudanças retroativas, a eficiência dos mecanismos de solução de conflitos e a clareza nas regras de conexão e operação. Investidores institucionais que trabalham com horizonte de 20 a 25 anos precisam de garantias sólidas antes de alocar recursos na casa dos bilhões.

Antonio Araújo da Silva

FRASE DA SEMANA

23/2/2026

“As pessoas superestimam aquilo que podem fazer em um ano, mas subestimam aquilo que podem fazer ao longo da vida.”

Autor: Bill Gates

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Confira a consulta pública terminando na semana que vem

23/2/2026

Data final: 04/03/2026

- Consulta 039/2025

Obter subsídios e informações adicionais para a revisão do Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico - MCPSE.

Saiba mais no site: https://bit.ly/Aneel-ConsultaPública

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PARA LER COM CALMA

21/2/2026

- Para quem está na correria e não conseguiu acompanhar os assuntos dessa semana, aqui vai um resumo:

LRCAP

- Revisão de preços: Ajustes nos preços-teto para térmicas foram bem recebidos pelo mercado, com expectativa de maior competitividade nos leilões de 18 e 20 de março.  https://bit.ly/4aIpYBH

- Baterias (BESS): Receita fixa estimada entre R$ 1,2 mi e R$ 1,7 mi/MW.ano, com armazenamento visto como solução mais viável para ponta noturna.  https://bit.ly/3MIVkQm

- Disputa setorial: Térmicas defendem certame específico para serviços ancilares, enquanto baterias afirmam que os valores revisados poderiam ser atendidos pela modalidade.  https://bit.ly/3ZIxUh8

Operação do Sistema Elétrico

- Carga do SIN: Previsão de queda de 3,8% em fevereiro, com recuo maior no Sudeste/Centro-Oeste (-7,5%) e alta no Norte (+2,8%).  https://bit.ly/4aFyYYa

- Apagão no Paraguai: Causado pela queda de duas linhas de transmissão que saem da UHE Itaipu (220 kV e 500 kV), afetando Assunção e o sistema Norte/Oeste.  https://bit.ly/4kVwDgn

- Risco de armazenamento: ONS alerta para possíveis desafios nos níveis de armazenamento até julho.  https://bit.ly/4aXUg4t

Mercado e Investimentos

- Eneva: Ações subiram 8% após revisão do LRCAP, recuperando parte da queda de 17% na semana anterior.  https://bit.ly/4aIpYBH

- Energisa: Previsão de investir R$ 7 bilhões em 2026.  https://bit.ly/4rp0Maf

- CCEE: Liquidou R$ 2,97 bilhões do MCP de dezembro.  https://bit.ly/4rX1P14

Outros destaques

- Corte físico da MMGD: AGU emitiu parecer favorável, desde que tecnicamente viável e justificado à luz da isonomia no uso da infraestrutura.  https://bit.ly/4c5jFdz

- Anace: Criticou a obrigatoriedade da Tarifa Branca.  https://bit.ly/46fUqBH

- TCU: Proposta de acordo entre MME e MEZ Energia sobre concessões, com prazo de 15 dias para manifestações.  https://bit.ly/4tKn9sm

Fonte: CanalEnergia

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FRAGMENTOS EXTRAÍDOS DO ELECTRA – COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA – EDIÇÃO 04/26 DE 20/02/2026

- Governo monitora reservatórios do setor elétrico, mas especialistas dizem que situação requer cautela

Apesar da melhora na situação dos reservatórios do setor elétrico com as chuvas registradas nas últimas semanas, o governo e órgãos do setor seguem monitorando com atenção o cenário hídrico do país. A avaliação é de que a situação ainda requer cautela, sobretudo do ponto de vista da gestão dos reservatórios. Apesar de distante de um cenário de crise, níveis baixos de reservatórios neste momento, quando o país ainda está no período de chuvas, podem resultar em menor disponibilidade de potência hídrica no período seco. As medidas adotadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) buscam preservar mais água agora, sobretudo para reduzir a necessidade de complementação com usinas termelétricas nos próximos meses, cuja geração é mais cara.

- Leilão de baterias pode ter 5 GW, mas trava em tarifa dupla e alocação de custos

A demanda para o primeiro leilão de reserva de capacidade para baterias pode chegar a 5 GW, na avaliação de agentes do setor, mas entraves regulatórios — especialmente em torno da chamada “tarifa dupla” e da alocação de custos prevista na lei nº 15.269/2025 — ainda geram incerteza e risco de judicialização. O presidente da Associação Brasileira de Armazenamento de Energia (Absae), Markus Vlasits, lembra que o ministro Alexandre Silveira já declarou que o leilão deve contratar cerca de 2 GW, montante que coincide com os cálculos da entidade.

- COP 30 impulsiona agenda de negócios da transição

Uma das pautas centrais das COPs tem sido justamente o financiamento climático. O desafio é mobilizar US$ 300 bilhões por ano, com a ambição de atingir US$ 1,3 trilhão em aportes de países desenvolvidos, do setor privado e de países emergentes para viabilizar a mitigação e a adaptação climática. O estudo “Benefícios da Transição para uma Economia de Baixo Carbono”, publicado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com apoio do Itaú Unibanco, reforça o potencial desse movimento ao demonstrar que a expansão das fontes renováveis pode adicionar entre R$ 337 bilhões e R$ 465 bilhões ao PIB até 2035, além de gerar entre 1,2 e 1,9 milhão de empregos. O que explica tamanho impacto? Soluções de mitigação reduzem emissões ao mesmo tempo em que impulsionam a economia.

- Mercado reage bem a revisão de preços e prevê competição no LRCAP

O mercado reagiu bem à elevação dos preços-teto do LRCAP 2026. Agora a expectativa é de aumento na competitividade dos certames programados para os dias 18 e 20 de março. Como aguardava o mercado, os valores foram reajustados para os produtos térmicos, enquanto permaneceram estáveis para as hidrelétricas. Especialistas apontaram que o principal motivo para a necessidade de aumento nos preços-teto foi a elevação do CAPEX. Para o consultor Edvaldo Santana, os dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicavam valores muito abaixo da realidade do mercado.

- CCEE apresenta estudo detalhado das migrações para o mercado livre

Desde a abertura do mercado livre para todos os consumidores conectados em alta tensão, 21.707 unidades consumidoras aderiram ao segmento. Estudo da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostra que, entre os setores com maior volume de migrações, estão o de serviços (6.648) e de comércio (4.098). No recorte geográfico, os estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais concentram o maior número de novas unidades consumidoras no mercado livre.

- Governo estima investir até R$ 2 tri na matriz elétrica até 2055

O Ministério de Minas e Energia e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) lançaram as consultas públicas do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2035 e do Plano Nacional de Energia (PNE) 2055, que servem de base para decisões de investimento, regulação e políticas públicas na área de energia. O PNE 2055 prevê investimentos de até R$ 2 trilhões na expansão da matriz elétrica e R$ 600 bilhões em transmissão. O plano também projeta que a demanda total de energia pode dobrar até 2055, enquanto o consumo de eletricidade pode crescer até 4,2 vezes no período.

- Carro a hidrogênio vira problema no Japão com escassez de postos de abastecimento

As vendas de veículos a células de combustível caíram mais de 80% desde 2021 no Japão. A falta de postos de abastecimento representa um desafio para quem já dirige carros do tipo. O número de postos de abastecimento de hidrogênio chegou a 149 no ano fiscal de 2025, uma queda de 10% em relação a 2021, segundo o Centro de Promoção de Veículos de Próxima Geração (NGVPC). Esse número está bem abaixo da meta do governo de 320 postos até 2025, e a tendência é de queda.

- Energia solar lidera expansão da matriz elétrica em janeiro

A matriz elétrica brasileira registrou um crescimento de 543 MW em janeiro, impulsionado principalmente pela entrada em operação de usinas solares. Ao todo, 13 empreendimentos iniciaram operação comercial no mês, sendo 11 solares, que somaram 509 MW. Também entraram em funcionamento uma termelétrica, com 20 MW, e uma pequena central hidrelétrica, com 14 MW. Minas Gerais liderou a expansão, com 409 MW provenientes de nove usinas.

- Brasil entra em novo patamar de consumo elétrico

O Brasil passou a operar em um novo regime estrutural de energia elétrica: dados do ONS indicam que a demanda máxima horária do Sistema Interligado Nacional (SIN) deixou o antigo intervalo entre 80 mil e 90 mil MW e passou, desde meados de 2023, a orbitar a faixa de 100 mil MW — com pico superior a 105 mil MW em 2025. Em relação a 2021, quando a carga máxima girava perto de 82 mil MW, o avanço acumulado chega a 30%. Quanto mais alta a ponta, maior a pressão sobre redes, subestações e geração despachável.

- Contas de luz vão subir até o triplo do IPCA em 2026

As contas de luz devem ter reajuste médio de quase o dobro dos índices de inflação em 2026, segundo projeções da Thymos Energia. Na média nacional, o reajuste deve ficar em 7,64%. A fatura chegará ainda mais salgada na Neoenergia Pernambuco (13,12%), na CPFL Paulista (12,50%) e na Enel Ceará (10,66%) – os três maiores aumentos estimados pela consultoria. O movimento é associado a custos maiores de geração, perdas e valor da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

- Aumento dos riscos elevam preço e encurtam prazos de contratos de compra e venda de energia

Os contratos no mercado livre têm se tornado mais caros e mais curtos em função de mudanças da matriz elétrica e do regramento setorial, com o consequente aumento dos riscos, atualmente assumidos sobretudo pelos geradores, como os cortes de geração renovável e modulação. Para especialistas, a mudança “veio pra ficar” e exigirá modificações na forma de os agentes fecharem negócios. O diretor de estratégia e negócios para Energia e Serviços de Utilidade Pública da Deloitte, Jovanio Santos, afirmou que tem observado um maior “balanceamento de riscos” entre gerador e consumidor nas recentes negociações, especialmente no que diz respeito aos cortes de geração.

Fonte: ELECTRA – COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA – EDIÇÃO 04/26 DE 20/02/2026

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Resumo das Notícias de Hoje

Dia 20 de fevereiro de 2026, sexta-feira

- CORTE FÍSICO DA MMGD (geração)

A discussão sobre o rateio dos cortes de geração ganhou mais um capitulo com parecer da Advocacia Geral da União (AGU) favorável ao corte físico da MMGD. Em análise feita, o órgão afirma que a medida tem fundamento legal por segurança operativa e decorrem da conexão à rede. Além disso, avalia que essa ação é admissível, desde que tecnicamente possível e devidamente justificada à luz da isonomia no uso da infraestrutura. E recomenda à Agência Nacional de Energia Elétrica a análise de outras soluções regulatórias equivalentes para endereçar a questão.

> Saiba mais na matéria “Parecer da AGU é favorável ao corte físico da MMGD”: https://bit.ly/4c5jFdz

- LRCAP (expansão)

Com a proximidade do primeiro Leilão de Capacidade desde 2021 os ânimos entre representantes dos segmentos interessados nessa contratação se acirram. O segmento de baterias diz que os valores revisados do LRCAP poderiam ser atendidos pela modalidade. Por sua vez, a associação de geração térmica defende que esses dispositivos deveriam ter um certame de serviços ancilares, devido à natureza de sua operação de não ser gerador.

> Continue a leitura em “Proximidade de leilão acirra disputa entre térmicas e baterias”: https://bit.ly/3ZIxUh8

- APAGÃO NO PARAGUAI (geração)

A Ande, responsável pela energia elétrica no Paraguai, registrou um apagão no país vizinho na tarde da última de quarta-feira, 18 de fevereiro. O evento ocorreu após o desligamento de duas linhas de transmissão que saem da UHE Itaipu e levam a produção da hidrelétrica para lá. As linhas de 220 kV e de 500 kV deixaram de transmitir energia e apagaram grande parte do país. Segundo a Ande, foram afetadas, principalmente, toda a área metropolitana e a capital, Assunção. Além disso, o sistema Norte e Oeste do Paraguai.

> Leia mais na notícia “Paraguai tem apagão por queda de linhas de Itaipu”: https://bit.ly/4kVwDgn

- EVENTOS (CanalEnergia)

WORKSHOP PSR

18 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://workshoppsr.ctee.com.br/pt/home.html

AGENDA SETORIAL

19 março/2026

Hotel Windsor Barra - RJ

https://www.agendasetorial.com.br/pt/home.html

Aproveite o DESCONTO EXCLUSIVO para assinantes!

WhatsApp Silmara - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511989155084

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MEETUP | O futuro da matriz elétrica para além de 2030

Data: 26 de fevereiro

Local: Online via Teams

Horário: 10h

Inscrições: https://bit.ly/meetup-ce-fev26

- OUTRAS NOTÍCIAS DE HOJE

Energisa prevê investir mais de R$ 7 bilhões no ano: https://bit.ly/4rp0Maf

Maior parte desse valor será no segmento de distribuição com R$ 6,5 bilhões. Os negócios em transmissão são alvo de R$ 180 milhões e a (re) energisa fica com R$ 110 milhões.

Axia inicia processo de migração ao Novo Mercado da B3:

Workshop PSR/CanalEnergia e Agenda Setorial debaterão mudanças e reformas em curso no setor: https://bit.ly/3OiAwzX

Eventos acontecem nos dias 18 e 19 de março no Rio de Janeiro.

Fonte: CanalEnergia

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